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"Minha última luta foi contra o tempo, foi em vão. Assassina. Matou sem dó. Agora não existe mais menino. Existe algo sem nenhuma inocência, sem crença, sem alma, sem medo. Sem prisão. E o pior: sem amor. Nunca mais vou na Bolívia."

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"os amores os desejos as moças que se despem aquilo que num filme não existe a dor de viver!? mas não! preciso de ser banal na rima preciso de olhar o teu olhar de respirar quando me esqueço de apagar as cinzas do momento em que te esqueçes que já sabes amar ó duvida ancestral! tu preta tu imensa de cor vazia grita! grita! deixa-me ver -te por fim cinzenta cheirar o perfume negro que em mim se saçia fere-me! fere-me! mas não pares rouba-me a alma que se deixou morrer. a canção voltou e tu danças aos pares porque dizes isto de ti se queres viver! (suspiro)tenho de prar de te mostrar quem sou... por isso vou descansar hoje no meu leito no qual posso ser imortal e não! desta vez não vou apagar estes sentimentos vou deixá-los aqui para saberem que não sou normal..."

"Tristeza, raiva, euforia, fome, claustrofobia, posso ir citando emoções sensações para pontuar um gráfico que traçaria um círculo de insatisfação. Estou esperando aquele encontro com uma grande amiga... e isso me paralisa. Onde isso me deixa? A culpa. Culpa como uma traça corroendo um jeans caro. A traça é uma diva, não pergunta o preço, nunca pergunta o preço, como eu. Corróe. Qualquer luxo nosso é comidinha de um ser, queria escrever ser com letra maiúscula, mas ser... desprezo. Desprezo o que fizeram comigo e desprezo é ódio sem coragem de matar, assassinar, destrinchar, arrancar pedaços de carne, como de uma ridícula galinha morta, tipo aquelas da feira de Porto velho. Galinha preta? meu Pai me ensinou a fazer galinha preta, assim: pega-se uma folha de jornal (página dupla, eu descobri décadas depois), junta-se as pontas torcendo-as e dá-se um nó, formando um bólido, algo meio inflado, incendeia-se a ponta e o ar quente infla ainda mais o bólido que sobe a uns bons cinco, dez metros de altura e, por fim, pega fogo, chovendo fagulhas na cabeça da gente... quem souber fazer galinha preta que se congratule comigo."

"fui atacado por uma cinza estranha ,por isso a minha ausência nos vossos cantinhos. tenho lutado bravamente"como d.quixote"contra este virús, que teima em obrigar-me a ver novelas na cama.verdade seja dita, começo a gostar de algumas novelas,até de mexicana, mas já começo a ficar sem vontade de ficar na cama.... por isso lanço aqui um desafio! alguem conheçe alguma bomba, em forma de comprimido, para matar esta maldita depre???"

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