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"Olho favela na penumbra escuridão da noite com luzes confundindo uma constelação submerso mundo submundo dos aflitos com lágrimas e sorrisos em levar mais um amanhã da superação humana A noite caindo e se derramando sobre a montanha em continuação a linha do horizonte é inconcebível querer entender... Até me faz criar raízes nesta pedra onde arpoo meus pensamentos em detrimento a este mar de sentimentos... As ondas borbulhantes vem em espuma branca engolfar as pedras e me faz pensar que somos como aqueles mariscos entre as ondas e os rochedos entre a realidade e a vida..."

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"Fragatas ao vento... e eu deitada aqui na areia a olhar o céu... nuvens cinzas encobrindo o azul Fragatas planando voltando do mar, escapando do prenúncio de chuva, sem bater de asas planando... as vezes em rodopiados caracóis... se certificando das correntezas, constatando seu conhecimento do ar, em mergulhos... algumas a furtar peixes, nas demarcações da rede de pesca e outras a fisgar em ocasionais mergulhos no mar... Cada qual com sua característica, de instinto... ou inteligência... Embora as da rede pareçam espertas... As selvagens em decorrência natural dos instintos, maiores e mais belas..."

"Se estou aflita você me acalma Se estou perdida você me aponta um caminho Se estou ansiosa você me faz acreditar Se estou iludida você me mostra uma realidade linda Se estou chorando você me faz rir Se estou vaidosa você me mostra que a simplicidade e mais fácil Se estou triste você me acalenta Se te desejo você me realiza Tudo isso eu consigo só de olhar pra ti Só porque estou te amando..."

"A dama da gafieira com pinta de rampeira, cheia de patchouli; saltos desgrenhados tortos e engraçados, vestido rosa choque não pink, bem abrasileirado em tecido acetinado, farto decote em seios também fartos e generosos, de causar comoção em imaginar-mos a máquina e a costureira... Uma maquiagem com resquícios infantis de cores desorientadas, ou quem sabe com algumas cervejas e luz fraca... Com seu par engravatado embuídos da responsabilidade do espetáculo... a valsar com tamanha honradez como se fosse a primeira ou a última vez... Caracteres da noite que emitem escamoteadas intenções artística de um povo... de um tempo... da Lapa..."

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