"Palavras de um Analfa_poeta Amores não deveriam morrer Lembranças sim A morte do amor É como a cegueira A eternidade do amor É luz para os olhos Amores não deveriam morrer Pessoas sim Se morremos amando e sendo amado é como se vivêssemos um pouco mais. Resposta ao Analfa_poeta: Dúvidas sobre o meu amor Não sei escrever como os grandes poetas Li tantos e tantas vezes, que nem o nome guardei Ficou em mim este misto de alma e sangue E foi assim que desejei Escrevo com a alma Às vezes, sem a rima pedida Como uma menina que vê uma paisagem Mas que deseja com traços de linha Assim o amor se fez em mim Amo, mas não sei falar Amo, e fico a esperar Que o ser amado perceba Só de ver meu olhar"
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Ver todas"Meu jeito de amar Sinto por você um amor que não tenho como explicar. Por mais que eu queira. Amo teu jeito de olhar, de respirar, de reclamar de tudo e de todos o tempo todo. E não páro por aí; amo sua implicância, seu mau-humor, sua maneira rude de me amar .... Amo teu jeito sério de ser, sua risada debochada, a forma como coloca tudo tão simples, quando nem mesmo você acredita. Amo tua respiração ofegante, tua forma implicante, teu jeito arrogante. Invejo você. Gostaria que neste mundo houvesse alguém pra me amar assim: - Como eu amo você!"
"Beleza Rara Existem raras belezas, das quais só podemos ver com os olhos da alma! A beleza dos gestos imperceptíveis: das mãos que acolhem, das que abraçam, consolam, amparam, estendem-se... A beleza da palavra amiga, consoladora. Do silêncio compartilhado. Do olhar que acalanta, do abraço caloroso, do beijo silencioso, do aceno que jura: ficarei aqui! Quando observo, procuro ver com os olhos fechados, para não deixar que a luz ofusque a realidade, aquela escondida, por trás de uma bela estampa, ou distorcida pelas lágrimas. Há também, aquela que disfarça numa deformidade física, que nada tem de real. O belo mesmo, este, é invisivel aos olhos. Por isso, mesmo ante à escuridão, acredite: ainda assim há luz, para que possas ver com os olhos fechados!"
"Quem sou? Sou dia ou noite? Sou choro sem riso. Uma dor, sem êxtase. Do começo sem fim. Só há um fim? É assim desde o começo! Sou só. Eu sou."
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