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"O rei e o mendigo Num bairro na zona sul de uma cidade onde moravam as pessoas mais ricas e poderosas do país. Morava também um homem muito respeitado no país pela sua legendaria historia no poder público. Este homem se deslocou de sua cidade para outra cidade, onde já estava tudo arrumado para o seu glorioso discurso da sua nova conquista. Antes de chegar ao movimento fértil o todo poderoso, “rei” viu um mendigo todo sujo e fedendo na praça, que chamou a sua atenção, apesar de tudo este mendigo pulava e cantava de alegria. Ele aproximou do mendigo e disse: - Porque você esta feliz, com esta ida tão miserável que o condenou? - Eu sou sempre feliz, não sou condenado, eu sou é livre por isso que sou feliz! - Você é um mendigo, é que eu saiba mendigo são pessoas revoltadas e miseráveis muitas vezes chega ate ser violento. - O senhor não sabe nada, eu sou um mendigo mais não sou revoltado nem revoltado e tão pouco violento. Eu sou feliz por poder apreciar a natureza e seus encantos. Veja a que Le pássaro como canta é lindo! - Você mora a onde? - Você não tem família? - Moro na cidade, nas vielas, nos bairros em qualquer lugar. Minha família é a natureza os pássaros, eu sou um Pelegrino não tenho lugar certo. - Mesmo assim é feliz? - Sim, sou muito. Não tenho nada a reclamar. - Pois a minha felicidade é o dinheiro. O que seria de mim sem ele! Acho que eu morreria. - O dinheiro não é tudo. - Para mim é, moro numa luxuosa mansão com muitos empregados para mi servi,sou um homem muito ocupado. Agora mesmo eu estou indo para uns discursos, onde eu sou esperado como rei. Mais o senhor não tem nada de bom para dar em troca, porque você pensa só em você mesmo, tudo que fala é demagogia. - Porque você pensa muito mal de mim? - Veja bem! - O que? - Vive muito bem! Mais não seria capaz de sobreviver quando estiver mal. - Mendigo! Procura alguma coisa para você fazer, você pode ficar bem e deixa de ser mendigo. - Talvez, mais sou feliz assim! - Estou perdendo tempo com um mendigo! Mais você é diferente deles. Já estou atrasado para o meu discurso... Anos passaram, e os dois novamente se encontrarão. Para o carro me deixa da uma esmola para aquele mendigo. Moço, moço! - O que você quer comigo? Deixe me dormi. - Pega esta esmola para você compra alguma coisa para você comer. - Obrigado! O que eu quero mesmo é morre! - Morre! Morre por quê? - isso é problema... - Espera! Agente já não se conhece? - De onde? É impossível! Eu sou novo nesta cidade. - Você não é aquele homem que em outra oura nos encontramos numa praça? - Não me lembro do senhor! Há... Estou me lembrando sim do senhor, você era o mendigo e eu o “rei”. - O que aconteceu com o senhor, que veio para nesta situação? Você é um mendigo triste e miserável agora. - Eu tive uma grande oportunidade para triplicar a minha fortuna na bolsa de valores, a minha ganância falou mais alto, e perdi tudo, tudo que eu tinha. Perdi dinheiro, família, amigos e o poder. - Lamento muito, mais a vida continua. - Para mim a vida acabou não tenho mais força e vontade para reverter este quadro, só tenho revolta e ódio de lembrar que um dia eu estava por cima. - E você como esta mudada! Você é rico! - Sim não como você era no passado, fixo como você sugeriu, trabalhei e apostando na minha foca e vontade e venci. Hoje eu tenho família, esta vendo aquela mulher e aquela criança? É a minha família. - Eu não tenho mais a minha família eu o perdi, não tenho nem mais vontade de viver. - Não fale bobagem moço, não fica assim tão arrasado, você pode da à volta por cima, e conquista tudo novamente. - Como! Já te disse: - Acabou tudo. - É uma pena para quem já foi muito orgulhoso, que só pensava em si próprio. Deixe me ir a minha família me espera. Hélio Pereira Banhos"

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"Meu amor Amor como eu te quero tanto, tanto mesmo, que nada neste mundo separará de você. Você me fez conhecer o verdadeiro amor. O amor que sempre queria mais estava perdido em sonhos, o desejo de amar e ser amado. Quero tanto em conhecer os seus beijos, deve ser quente como o sol do meio dia que ilumina a terra. Ao sentir-se perto de você aumenta mais a minha paixão e o meu amor por você. Quero fala uma coisa para você, é neste instante mágico um silêncio toma conta de mim, um sonho entre nós me faz-me eu aproximar de você. Não consigo fala, pois seu lábio quente não se separa dos meus. És o sonho mais lindo da minha vida, comprova que você é o dono do meu coração. Hélio Pereira Banhos 27/10/2007."

"O que é uma mulher? O que é uma mulher quando o seu homem não permanece ao seu lado? O que é uma mulher quando o seu homem tem segredos para esconder-te? Ela será fraca? Ela será forte? Vai luta duro, resistindo? Porque que, Ela se agarra tanto aos fantasmas do passado, porque simplesmente palavras apagaram o seu amor? Quando o amor era para durar. Mais só ficaram sonhos do passado enfraquecendo tão rápido não deixando fluir um sentimento de amor no futuro. Esta Totalmente na escuridão Crucificado o seu amor de mulher. Ela jura que nunca a enganará novamente, não sabendo que esta se enganando a si mesma. Todos esses sonhos do passado que te enfraqueceu tão rápido roubando o teu amor, deixando uma ferida tão grande no teu coração. Quando o amor era para dura, mais acabou deixado você com os olhos vendados para o amor. Hélio Pereira Banhos"

"Recordação Estou no parque Fernão Dias, já fazia tempo que eu não o visitava. Fui eu chegando à portaria que eu comecei a recorda os bons momentos que eu tinha passado no parque. Recordei todos os momentos bonitos que passei lá, fiquei muito feliz, aqui estou novamente para recorda aqueles momentos felizes que passei no parque Fernão Dias. Andei mais para frente e cheguei às duchas, ali contemplei a beleza ainda estavam como eu deixei àquela época as pessoas felizes tomando banho, crianças mulheres e homens todos nos mesmos embalos no mesmo prazer. Cheguei até nas quadras elas estavam desertas, parecia que foi abandonada, eu não olhei para as quadras com o olho do presente, sim com o olho do passado e pude ver como ela estava cheia, e pude-me ver disputando um torneio, mais eram uma guerra porque ninguém queria perde mais sempre vencia o melhor. Andei mais um pouco e cheguei até na velha ponte de madeira, me trouxe ainda mais recordação a velha ponte de madeira. Ali comecei a lembrar, sempre que agente ia embora tinha que da uma longa parada na ponte, para descansarmos um pouco, ali retomávamos o fôlego então seguíamos a caminhada. Indo mais na frente parou no bar de baixo, ali escondia a maior lembrança do passado. Lembranças que eu deixarei oculto, mais com muita saudade deste momento. Então o dia foi acabando e eu fui retornando para a portaria de saída, então voltei para casa. Até a próxima! Sábado 21 de fevereiro de 1987. Hélio Pereira Banhos"

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