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"Muitas vezes acreditei no amor. Outras tantas me decepcionei com ele. E desde então, me divirto... Foi assim que aprendi. Acho graça de uma data esquecida. De uma demora pra se arrumar. De uma promessinha não cumprida. De uma cueca furada. Não me estresso com a toalha na cama. Com o banheiro molhado. Com um presente sem pé nem cabeça. Faço piada dos seus antigos amores, chamo de baranga e invento até apelido. Não alimento um ciúmes desses, com certeza. Gosto de rir dos seus erros e perdôo com mais facilidade os percalços da vida a dois. O amor pra mim é diversão. Foi o que aprendi com todas as desilusões do passado. Pelo menos tento."

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"Sim, é você. Homem que um dia eu pedi a Deus. Que me descobre. Que me confia. Que me acalma."

"Relaxa baby e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. “E cansou de tempestades... abriu a janela, pra ver o sol sair no céu!” Que comece agora e que seja permanentemente essa vontade de ir além do que me espera." Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio – viria? virá? – e minto não, já não preciso. O fim do inverno levou as amarguras e tudo se renovou... Lembro dos sorrisos, das conversas, dos divãs, dor hormônios, de tudo… e me dá uma saudade irracional de você. Uma vontade de chegar perto, de só chegar perto, te olhar sem dizer nada, talvez recitar livros, quem sabe só olhar estrelas… dizer que te considero "Gosto das tuas notícias e do teu feeling. Claro, claro que vem. O amor tá solto no ar de setembro… Ando cheio de fé." Aumente o volume. Ou desligue para sempre, você me entende? Você vê? as pedras parecem luas também. Ou estrelas, ele diz. Chão de estrelas. Vamos pisar nos astros distraídos? Ele ri". "Eu olho para você e tenho tanta, mas tanta alegria em saber que você existe"! Estou cada vez mais bossa-nova, espiritualmente sentado num banquinho, com o violão no colo. Deus, como eu quero paz. Mas no final o que importa é o que tem que ser, joga a alma, bota fé e não deixa o sonho morrer. "Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa (...) ...quero adoçar tua vida" Não sei, deixo rolar. Vou olhar os caminhos, o que tiver mais coração, eu sigo. (. . .) É de minha responsabilidade não ficar triste, não deixar ninguém me magoar, não deixar que nada de ruim me aconteça porque você me ama e não aguentaria. Claro que me cuido, nem precisava pedir. Te cuida, dissera ele. E eu ouvi como se fosse um te amo. Ando assim, descontínuo, exaltado, mas sempre com carinho por você. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone… Menino, menino, tenho uma ternura enorme por você —e para mim é muito difícil isolar essa ternura da razão. Do teu dia, quase não sei, mas sei do teu labirinto em ti."

"Por favor, fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta comigo. Deixa eu sentir tua respiração, teu riso, tua voz. A ausência da ausência. Canta baixinho nossa música enquanto caminha. Faça dessas palavras a minha presença. E espera..."

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