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"Amo o que de ti há de trágico De mau De sublime Amo o crime escondido no teu andar A tua forma de olhar O teu riso fingido e cristalino Amo o veneno dos teus beijos O teu hálito pagão A tua mão insegura Na mentira dos teus gestos Amo o teu corpo de maça madura... E esta tua ausência este não ser que é"

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