"Naquela noite, quando Hans acendeu a luz no banheirinho indiferente, Liesel observou a estranheza dos olhos de seu pai de criação. Era feitos de bondade e prata. Como prata mole, derretida. Ao ver aqueles olhos, Liesel compreendeu que Hans Hubermann tinha muito valor."
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Ver todas"Essa é a minha vida. Tenho cabelo escuro, sou moreno claro, olhos castanho-escuros. Sou um cara bem normal, nada sarado. Eu devia endireitar a postura e parar de me curvar, mas não consigo. Quando estou de pé, coloco as mãos nos bolsos. Minhas botas já estão se desmantelando, mas mesmo assim não as tiro dos pés, porque gosto delas pra caramba."
""Um punhado de bem, um punhado de mal. É só misturar com água.""
"Essas imagens eram o mundo, que cozinhava em fogo brando dentro dela, sentada ali com os livros encantadores e seus títulos manicurados. Fermentava dentro dela, enquanto a menina olhava as páginas, com suas panças cheias até o gorgomilo de parágrafos e palavras. Suas cretinas, pensou. Suas cretinas encantadoras. Não me façam feliz. Por favor, não me saciem nem me deixem pensar que alguma coisa boa pode sair disso. Olhem para meus machucados. Olhem para este arranhão. Estão vendo o arranhão dentro de mim? Estão vendo ele crescer bem diante dos seus olhos, me corroendo? Não quero ter esperança de mais nada. Não quero rezar para que Max esteja vivo e em segurança. Nem Alex Steiner. Porque o mundo não os merece."
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