"Abrigo-te na sinuosidade que te inclina sobre mim… e volto a perder-te mais uma vez.Sem sabor, sem animo, sem que eu perceba quem és, de onde vens, e que nome te dou..."
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Ver todas"" Sei que para uma grande parte de pessoas existe um uma espécie de colisão nos seus cérebros quando lêem o que escrevo, ou quando me ouvem a dizer rigorosa e fielmente o que penso. Ficam chocadas por dizer isto ou aquilo, ou por dar a minha opinião sobre determinado tema. Há quem me apelide de insensível, provocadora, má ou cruel. Muitas sentem-se ofendidas e vêem os meus comentários como algo perturbador porque no fundo reconhecem-se quando ataco ou satirizo determinado círculo de pessoas. Elas sabem que fazem parte desse circo onde a franqueza e frontalidade existem, mas apenas em teoria, porque na prática dizem sempre o que os outros querem ouvir nem que para isso tenham que ser aquilo a que eu chamo “vira - casacas”. São nada mais, nada menos do que pessoas sem autonomia mental, com ideias todas em cadeia, administradas e conduzidas entre várias pessoas, e ganham sempre as ideias de quem controla. ""
"O meu coração salta-me do corpo. O meu coraçao brinca, corre, passa brusca e subitamente de um assunto para outro, vai pelos ares, rebenta...explode."
"As cobras acabam sempre por engolir o seu próprio veneno, assim como quem cospe para o ar acaba sempre por levar um banho da sua própria saliva."
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