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"Um filho pergunta à mãe: - Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente! - Claro! Mas o que ele tem? O filho, com a cabeça baixa, diz: - Tumor no cérebro. A mãe, furiosa, diz: - E você quer ir lá para quê? Vê-lo morrer? O filho lhe dá as costas e vai... Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo: - Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente! A mãe, com raiva: - E agora? Tá feliz? Valeu a pena ter visto aquela cena? Uma última lágrima cai de seus olhos e acompanhado de um sorriso, ele diz: - Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer: - "EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!" ** Moral da história: A amizade não se resume só em horas boas, alegria e festa... **"

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"O amor não pede.... tem. Não reivindica... consegue. Não persegue... recebe. Não exige... dá. Não pergunta... adivinha. Ele existe para nos fazer feliz!"

"Quando nossos sonhos acabam, fica um vazio imenso, uma vontade de desistir de tudo! É um período difícil em que os dias, horas, e até os segundos são longos. Não conseguimos progredir, falta vontade e motivação. Nos fechamos para tudo e para todos. Como se nada importasse. Vamos nos destruindo aos poucos. Pq será que muitas coisas em que acreditamos chega ao fim? Acreditamos na felicidade eterna e muitas vezes não passa de um pequeno tempo mas, suficiente para deixar uma saudade infinita. Até que um dia, um novo sonho começa a dar o “ar da graça”. Vem chegando de mansinho. Tentando abrir os cadeados do nosso coração. Ficamos com medo de sofrer de novo, mas mesmo assim, o novo sonho vem vindo trazendo em sua mala tudo de novo. E como todo novo, é regado de novidades que fascinam mexendo com emoções adormecidas trazendo de volta a emoção de Viver, Amar e Recomeçar. Temos que transformar cada pequeno instantes em grandes momentos. E se os sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, eles tão nos lugar certo. Devemos só construir os alicerces e subir!"

"Eu sou assim... Duas de mim... Às vezes três... Quatro... Cinco... Seis... Sou uma por mês, me diversifico. Tem horas que grito, vivo num conflito, mostro ao mundo minha dor; Outras horas, só sei falar de amor, a mais romântica, melodramática, estática, chorosa e nervosa, carente e decadente, vingativa e inconsequente! Aí, quando menos percebo, me transformo em mulher cheia de medo, cheia de reservas, coberta de sutilezas, séria ou sem defesa; No minuto seguinte, no papel de mulher fatal viro logo a tal... Sou dona do mundo, segura e destemida, altiva e atrevida, rasgo meus segredos ao meio e exponho num roteiro de poesia ou texto... Agrido, inflamo, conto o que ninguém tem coragem de contar, explico detalhes que é bom nem lembrar... Sou assim... Várias em mim, sorriso por fora, angústia toda hora, por dentro um tormento, no rosto algum sofrimento, no corpo uma explosão de prazer, nos olhos, meu desejo deixo perceber. Melhor nem me conhecer, fique com minhas letras, com as minhas palavras, na vida real sou bem mais complicada. Sou mil em mim e quem tentou, descobriu que viver ao meu lado é viver dentro de um campo minado... Quem esteve nele... quis fugir... E quem ficou... viu tudo explodir! Passei pelo nascimento e pela morte, alegria e sofrimento, céu e inferno; e no final eu reconheci que estou em tudo e que tudo vive em mim."

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