"São tantas histórias que eu me perco em contá-las. São alegrias e tristezas, ilusões e realidades, vontades e saudades,são tantas historias em apenas uma vida, tantas vidas vividas em apenas uma história. Tantas vezes que chorei e que sorri, que me encontrei e me perdi, que cheguei e que parti, construí e destruí, afastei e uni, compreendi e confundi. São tantas vidas que trago em minha vida que não sei o quanto as vivi ou se as assisti. Histórias que fui de protagonista a coadjuvante, outras simplesmente insignificante, quantos corações acelerei, quantos outros eu parti, quantas lágrimas enxuguei, quantas outras fiz cair. Fui vivendo, aprendendo, descrevendo, reescrevendo e escrevendo tantas outras histórias, capítulos em tantas outras vidas que nem sei ao certo qual papel eu estrelei. Para alguns fui alegria, para outros nostalgia, de essencial a desgraça, de intensidade a saudade, inesquecível ao invisível, da amiga sincera a megera, de amor a dor, de tantos olhares e interpretações, de tantos momentos e emoções, nunca vou saber ao certo o público que atingi. E quem ainda há de me acompanhar, como se a vida fosse uma novela a passar, quantos ainda hão de comigo estrelar papeis os quais a fala eu não sei decorar, quantos ainda hão de simplesmente assistir a história de uma vida que não garante final feliz e desconhece o “para sempre”, não faz bem nem faz mal, incerta de moral. De imprevisto vou vivendo e escrevendo os capítulos que faltam completar."
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Ver todas"Já diz o velho ditado “se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia”, mas e a opinião? Muita gente deve achar que opinião é “oi” que você pode dizer pra qualquer pessoa que te sorri e olhe lá quando sorri. Opinião nem sempre é crítica, seja ela positiva ou negativa, pois a mesma para ser considerada crítica tem que ser elaborada por alguém que seja crítico, ou seja pelo menos entenda do assunto que se trata, tenha parâmetros de referência, argumentos em sua “opinião”. Se expressar é vital a todos, mas além da simples expressão é preciso ter conhecimento, a ignorância atua quando se expressa ou se afirma sobre algo que desconhece. Ai está a liberdade de inexpressão, não é que as pessoas não devam “opinar”. Mas devem saber o que estão falando e porquê estão falando. Não está errado alguém que nunca viu a luz do sol dizer que feliz é somente aquele que vive na escuridão, alguém que nunca escutou jaz dizer que saxofone é inútil alguém que não conheça arte dizer que um quadro de Mondriam seja simples formas regulares coloridas. Conclusões “instantâneas” sem conhecimento faz se parecer ser, e de fato é, sem que na verdade o seja. É muito simples conhecer apenas uma parte e tentar julgar um todo, nesse caso, acho que a lei da inexpressão deveria ser exercida, se não se sabe o suficiente para ter uma opinião, não a dê, mas se realmente achar que algo tem importância relevada para receber uma opinião, que vá atrás de um mínimo conhecimento para fazê-lo e não se tornar mais um ignorante a fim de deixar isso bem claro ao outros, a falta do que fazer ou simplesmente chamar a atenção de algo, “é preferível” buscar conhecimento, se informar ou até mesmo ao invés de uma opinião, faça uma pergunta. No dia a dia vejo casos muitos mais simples de pseudos críticos, que se importam em dar opiniões sem conhecimento, talvez por acharem a vida alheia algo mais interessante que a própria, talvez por não terem algo melhor para se importarem, talvez por querer entender ou não terem conhecimento sobre o que é “vida”. Fato é, que tudo que se opina tem importância, caso não, não teria chamado a atenção para um merecido tempo de avaliação a fim de se constatar um parecer. Qualquer ignorante pode dar uma opinião, mas não podemos ser ignorante para pensarmos que opinião qualquer seja importante. Seja ela negativa ou positiva."
"Se eu quisesse escrever algo que explicasse tudo escreveria um dicionário, o que não teria graça alguma... Eu não quero ter respostas prontas, quero uma vida de perguntas, não quero entender as perguntas quero é viver as repostas. A graça de escrever a própria história é não ter pressa de se saber o final."
"É quando mais quero falar que eu menos digo, é quando mais quero tentar que menos consigo, é quando mais quero entender que menos explico... é quando mais penso sentir... que menos duvido. Enquantos mais e enquantos menos é quando persisto...."
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