"Escrever... Escrever os sentimentos de angustia, alegria ou amor. Tristeza, como se escreve ou descreve a tristeza? O que seria necessario para se ficar realmente triste? Esforça-se para ser feliz, luta-se para se afastar da tristeza, compra-se uma briga com a dor, enclina-se ao máximo á felicidade e tudo pode ser descrito. Todos sentimentos sempre opostos, mas existem todos aí, e agregam-se em um só coração. Em um só corpo, não necessariamente ao mesmo tempo, mas sempre todos á seu tempo. E alguns vem mistos como de um teste a resistencia de nossos sentimentos. Corajosos somos nós seres humanos, que mesmo sabendo, mesmo tendo sentido o amargor de uma desilusão continuamos á amar, e amar, mais uma vez, depois outra como se não houvessem mais parametros para o amor. Os parametros tem sentido quando existe a troca, e depois se percebe que essa troca não é o que desejamos e depois começa tudo denovo. Sem perceber chegam Angustias, Alegrias e Amores e... inevitavelmente as dores. Se não soubemos lidar com esses sentimentos o que estamos fazendo aqui? então como ajudar um filho, um amigo ou á si mesmo quanto a isso, de que forma aceitar um vazio se no vazio é que estão os espaços necessarios para que entrem os outros sentimentos. Tentando encontrar a descrição certa ou a forma perfeita vou escrevendo os anseios do meu coração. Quem sabe em uma hora dessas lendo o que escrevo, encontre o que venho á procurar. Ou depare com o meu pior erro, que seria o de estar fazendo o registro eterno dos acontecimentos da minha solidão. Salvo que na vida se leva o que se vive e se vê o que se escreve, sentimento não é visto numa folha de papel. Mas o sofrimento mesmo sem ser descrito, vem machucar e deixar seu legado de dor. Escrever no papel de um corpo, pele sangrando e pedindo para parar, como seria bom dominar as coisas que sozinhas tomam conta do que não lhes pertence. Sabendo que seria desnecessário ir até o final, mas como, se no fim, se encontra a felicidade. Seria felicidade medíocre, a que faz sofrer primeiro, só para depois deixar sorrir, sem interesse, mas essa não podemos aceitar. Então como escrever tal sentimento, que as vezes parece uma pedra á beira de um precipício, onde por descuido venhamos pisar. Sentimento aparente, coisa que nem se sente, sem descrição ou forma, mas quando chega, transforma. Sem saber como começar seria essas coisas que por ventura viria faltar, e escrevendo tais obras me ponho á chorar."
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Ver todas"Se despido o teu corpo como uma rosa, se faz rosa nosso amor e os espinhos dessa rosa nem é rosa em flor, sem espinhos esta rosa é amor."
"Uma lenda chamada Amor! Muitos, mais muitos anos atrás, existia um sentimento chamado amor... Era ele responsável pela maioria das loucuras insanas e saudáveis cometidas pelas pessoas tomadas pelo seu efeito. Um sentimento tão inacreditável que seria possível ver um homem tornar-se um menino diante daquela que amava, sendo escravo do amor a ponto de render-se à seus encantos. Como se fosse mágica, mulheres sobrecarregads pelo sentimento amoroso tornavam-se inteiramente entregues aos seus amantes, como se no amor vivesse melhor quem amasse mais. Os mais brutos e mais valentes dos homens curvavam-se dinte da figura daquela que seria a sua mais bela e desejada, e diziam ser de mais ninguém. Assustador era o poder desse sentimento que mulheres ainda meninas se sentiam atraídas pelo cheiro de um perfume, envolvidas por sua influencia. Não tenho muita certeza, mas ouvi dizer que o amor era tão forte que fazia os apaixonados jogarem tudo pro alto, e como afogando-se no oceano do amor entregavam-se a própria sorte. Amor, faz do inferno paraíso, sendo uma confusão gostosa, até o ódio seria o amor que adoecera gravenente, digo que o amor era tudo nessa época. O amor era a loucura dos insanos e a sanidade dos mais loucos, pelo amor era possível se dizer sim por dez vezes e por mais dez diria-se se fosse preciso, foi pelo amor que ela deitou-se com ele, mas ele por amor fugiu de uma batalha. Na época que o amor existia as pessoas eram forçadas a tomar decisões drásticas em nome dele e por muitas até morrer para não sofrer mais. Com o amor em alta também existia a paixão que nada mais era, que o amor em doses muito mais fortes, doses estas que deixava as pessoas em estado de êxtase total. Muito foi tocado e compôsto em nome do amor, pessoas conhecidas como poetas e outras chamadas escritores tentavam mostrar o amor, mas em vão, o amor verdadeiro era sentido mesmo no coração. Impolorar de joelhos por um perdão no amor era normal, pois ninguém ousaria ficar sem aquela que o faria suspirar, sem amor que o fazia sorrir e chorar. Os caminhos do amor muitas vezes continham espinhos, mas para os apaixonados seriam como um tempero a mais para o amor ficar ainda mais gostoso. E gostosa era a nostalgia em que as pessoas se envolviam fazendo o amor parecer uma noite estrelada em que a lua parecia estar também apaixonada. Bons tempos aqueles em que o amor era real e verdadeiro, como faz falta, saber que seria diferente um sentimento com poder de transformar um espinho em flor, ao sentir a magia e o encantamento do amor. Seria demais pedir que o amor voltasse, ou fingir que ele existe, pouco provável, pois no tempo do amor se fingia muito pouco, até porque no amor fingir ficava difícil, ele tomava as rédias da situação. A felicidade encontrava no amor o par perfeito, pois um com o outro se completava e o amor tornava-se verdade, realidade do mais nobre dos sentimentos. O amor, nobre como ouro, forte como chumbo, suave como as nuvens e incerto como a chuva, Aahh!! que falta faz o amor, mas com o coração eu digo, com certeza tremanda, eu não sou da época que o amor se faz lenda!"
"O amor é um sentimento um tanto adrupto, nos força á tomar decisões em que na mais pura sanidade jamais viria-mos tomar, dessa forma se torna ele dono de nós. Como uma força envolvente, do tipo se tem noção, sem ter do que pode vir depois, é como se esperássemos o mais improvável das ações e, ainda assim, nos surpreendessem."
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