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"Perdoe-me Chopin E todos os clássicos em suas notas gloriosas! Perdoem-me todas as vossas habilidades e anos de estudos “a ferro”. Perdoe-me Janis, Hancock, James... Perdoe-me Jonh, Elvis, Elis, Chico Perdoe-me a "Maria" de Milton, A "Garota de Ipanema" de Tom... Perdoe-me Marisa, Cazuza e Nara, Hanne, Vanessa, Yael... Perdoem-me todos os mestres sentimentais Os gênios da expressão e da melancolia As grandes orquestras Os anjos que cantam... Todos vocês - não me levem à mal... Mas a canção mais linda que meus ouvidos já escutaram, Foi meu nome sussurrado pela voz do meu amor! (Porque o som daquela voz é um beijo no ouvido!)"

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"Assim todas as coisas com cores deste mundo passaram a ter um significado depois que ela encontrou aquele sorriso. E de todas as surpresas que tem, a mais intrigante é a capacidade de vê-lo como algo novo segundo após segundo. Um amor não diminuto. Desde então quando pensava em tempo, pensava na eternidade àquele lado! E este é o amor que tanto esperava. "Das Florezinhas Que Viverão Para Sempre""

"Diz a ela que o cenário de madeira-papel-e-cola deu lugar a uma paisagem-colorida-e-linda, e que os desertos agora são campos de girassóis e de margaridinhas brancas. Diz que o último soluço do choro de ontem foi mesmo o impulso do primeiro riso eterno, e que a Felicidade resolveu saudá-la de manhã até que se acabem todas as manhãs de sua vida, e que todos os dias sente saudades dela. Diz pra ela que as lagartas já não usam asinhas aramadas com papel celofane pra contracenar bons momentos, e que aqueles encantos sobrevoando a sua volta são borboletas de verdade, acabaram-se os móbiles. Diz que a água agora é potável sim, e que todo esforço valeu a pena, e que tudo ficou bem. Diz pra sonhadora que o que ela ta vendo agora é realidade. Diz pra ela que o Amor, enfim..., chegou. Por Dani Cabrera"

"Antes de tudo isso, senhores, meus pensamentos vagavam por becos escuros e úmidos que já nem lembro mais. Talvez vagassem pelas ruelas que corria a pique em minha infância. Talvez pelos corredores com aroma de café daquele sítio que me rendia uma “graninha” ao mês... Mas desde o dia em que o encontrei, minha mente tem endereço. "Do Grande Encontro""

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