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"De volta! De volta porque preciso gritar ao mundo que tudo que eu queria sempre esteve aqui. Aqui bem pertinho de mim. Aqui, bem à minha frente, bem ao alcance das minhas mãos. De volta porque preciso confessar minha cegueira, minha ignorância, minha teimosia. De volta porque só assim consigo ser completa, compreendida, ouvida. De volta porque palavras me sufocam, me queimam, me aprisionam, mas também são elas que me alforriam, me devolvem o ar, e me curam. De volta porque não percebia que ainda estava em você. Em seus olhos, sua boca, seu corpo, seu abraço, seus sonhos, seus desejos, sua corrente sanguínea. Mas, sabe aquela história de que só quem conhece o veneno, conhece o antídoto? Por isso voltei. E voltei curada. Voltei ao cubo pelas palavras que me libertam! Curada tão somente para também levar-te à cura!"

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"E assim, não mais que de repente, ela descobriu que a felicidade não se curvava às suas auto-sabotagens. Então, ela seria mesmo obrigada a ser feliz!"

"Há amores que se vão com o tempo Há amores que não toleram a ausência Há amores que não suportam a distância Há amores que se desencantam com a rotina Há amores envenenados por intrigas Há amores que são feridos por palavras Há amores que não alcançam a maturidade Há amores que são trocados por interesse Há amores destroçados pela desconfiança Há amores machucados pela instabilidade Há amores que não se encontram com a estabilidade Há amores eternamente solitários Há amores que se perdem por medo... Apesar de tudo, apesar do amor, apesar do querer, por medo. Há amores que se perdem até mesmo por excesso de amor! Mas não ser feliz por medo de amar, mesmo que ainda doa, essa sim, é a forma mais covarde de se perder um grande amor!"

"São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor..."

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