"Não me culpe se meu corpo tem vontade própria, se meu desejo desconhece o “dever ser” ou “deveria ser”! O desejo não tem regras. O corpo não tem regras. O amor não tem regras. A vida não tem regras. O que eu tiro disso tudo? Que não há nada mais urgente que viver! E, sinceramente, eu tenho pressa!"
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Ver todas"O que fazer das sobras do amor? O que fazer das lembranças do cheiro, da voz, do toque, dos olhos, das cócegas, dos risos, das viagens, das imagens? O que fazer das lembranças do abraço, das mãos, do carinho sutil, do carinho voraz, do banho, do café à mesa, dos filmes vistos, criticados, admirados, inacabados? O que fazer da música escolhida, do beijo prolongado, roubado, do amor no carro, na sala, no quarto? O que fazer quando o telefone toca e do outro lado não se ouve mais a mesma voz? O que fazer das mensagens gravadas, das cartas escritas, dos sentimentos impressos, dos presentes guardados? Mas o que fazer também das ofensas do amor? O que fazer das lembranças dos gritos, das afrontas, dos olhos marejados, decepcionados, das palavras cortantes, do filme repetido, dos sonhos ruídos, da sensação do desconhecido? O que fazer com a sensação de culpa, fracasso, impotência, incoerência? O que fazer dos sentimentos revirados, transformados, do ódio repentino, do amor estilhaçado, quebrado, tantas vezes remendado? O que fazer da ausência que se sente? Ausência de paz, ausência da ausência, ausência de si mesmo? O que fazer? Talvez o tempo se encarregue de apagar as lembranças, de mudar o cenário, de reinventar o passado...Por hoje, não sei o que fazer com tudo isso..."
"Não vale a pena enfrentar uma mulher em fúria! Se os homens soubessem que um simples abraço resolveria..."
"Por amor... Pensando bem, não existe amor que supera tudo. O que há são pessoas que se sujeitam a tudo por ausência de amor. Amor próprio."
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