"Marcas... Pausa, ausência, silenciosa presença... Como denominar esse vazio impresso nas páginas insossas - outrora - vividas? Pensando bem... Que peso tem isso agora, se as marcas diluídas nos retalhos do tempo que passa não passam jamais? Ah, são tantas... Indeléveis e silenciosas, pontuando momentos tão meus - retalhos nos quais eu evoluí sob a égide do teu intermitente s i l ê n c i o."
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas"Sombras da rejeição... Medo... Que medo é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e ali construiu o seu reinado? Que medo é esse que, temendo o exílio, formou logo o seu exército? Medos, medos, medos... Nada mais que projeções do medo amedrontado: medo da rejeição Amor... Que sentimento é esse que, encontrando o coração aberto, adentrou e se fez servo? Que sentimento é esse que, entendendo a fragilidade do medo, muito amou e aceitou e, do coração, o medo exilou? Medos, medos, medos... Vidas despejadas nos ralos do tempo E nós, indiferentes, não vemos que os medos são sombras da rejeição, facilmente, dissipadas pelo Amor e a Aceitação"
"Permita-me ser parte de ti nos momentos de solidão que aplacam teu espírito aguerrido... Talvez, assim, eu possa absorver e de fato compreender os sentimentos que te movem pela vida afora."
"De tudo o que - outrora - contigo vivi, restou-me o sabor da saudade amalgamado às notas harmônicas da tua presença nos fins de tarde outonais..."
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