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"Os cálices tilintam com teor de málaga; Sinto o aroma, soma ansiosa... fim do dia! Subtraio teus trajes, exímia malícia!... Com faro requintado... minha alegria! Acaricio com nobreza, lindas nádegas! Contemplo-te em decúbito!... Quem diria?! Proferes verbos, deleites pela eficácia; Desfruto de teu fervilhar úmido, com maestria. Toco tuas pétalas. Chegas a delirar!... Na viagem de ida e volta, antro a bailar. Com a língua em fogo, dou-te a vitória! Curto tua essência aromática com arte; Pelo meu requinte, clamas pelo baluarte; Atendo tua volúpia, no momento da glória!..."

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