"O que eu odeio é que algum dia tudo se reduzirá a nada, os amores, os poemas. Acabaremos recheados de terra como um taco barato. Que coisa mais triste, tudo é tão triste - a gente passa a vida inteira feito bobo pra depois morrer que nem besta."
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Ver todas"Eu vejo idosos em pensões, em supermercados e eles são magros, e eles são orgulhosos, e eles estão morrendo eles estão famintos e eles não dizem nada tempos atrás, entre outras mentiras eles foram ensinados de que o silêncio era bravura agora, depois de trabalhar a vida toda, a inflação os aprisionaram eles olham em volta roubam um uva mastigam-na finalmente, fazem um pequena compra, o dia valeu a pena. outra mentira que lhes foi ensinada: não roubarás Eles preferem a fome à roubar (uma uva não os salvará) e em quartos minúsculos, enquanto leêm anuncios de mercado eles sentirão fome eles vão morrer sem fazer barulho, retirados de seus albergues por jovens garotos loiros de cabelos compridos que vão deslizar para dentro e se afastarão do meio fio estes garotos, olhos bonitos, pensando em Vegas e bucetas e vitória é a ordem das coisas: cada um sente o gosto de mel, depois o da faca."
"Algumas pessoas falam que eu tenho problemas com bebidas. Meu único problema é estar sóbrio. Eu me considero um bêbado socialista mais do que um bebedor social. Às vezes, a única felicidade é a bebedeira às vezes, nada mais importa. Eu continuo me perguntando porque me preocupo quando ninguém mais se importa."
"(...) de manhã eles estão lá fora ganhando dinheiro: juízes, carpinteiros, encanadores, médicos, jornaleiros, guardas, barbeiros, lavadores de carro, dentistas, floristas, garçonetes, cozinheiros, motoristas de táxi... e você se vira para o lado esquerdo pra pegar o sol nas costas e não direto nos olhos."
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