Voltar para o início

"A quanto tempo alguém não bate à minha porta. Já a muito tempo, eu, arranquei as fechaduras. Sinto falta sim, falta de atenção, falta de me fazer sentir importante. Sim, criei um muro. Os tijolos, meu orgulho. O cimento, minha independencia e o pedreiro meu medo. Reconhecer que se precisa de atenção, amor, carinho não mostra minha fraqueza. Querer ser inabalavel, o mais forte, achar que sou feliz sozinho, isto é ser fraco. Hoje escrevo isto, pois, não consigo ser um falso amigo. O erro que cometi crendo que era o mais certo, foi, amar demais. Realmente, tudo que é demais, faz mal! Fui amigo demais, dei atenção demais, me preocupei demais. Viver, vivi demenos, me cuidei demenos, me machuquei. Que bom que não sou perfeito, que bom que aprendi com o medo. Agora me deixe ir, o dia esta amanhecendo, eu sigo sorrindo, coração doendo, em Deus crendo, novos amigos tendo, do passando esquecendo e de amor, amor verdadeiro, sigo vivendo."

Compartilhar agora

Temas Relacionados

Mais de Roger Stankewski

Ver todas

"Quem sabe que nasceu para ter vida eterna, vive para morrer, e morre para continuar vivo."

"A vida ensina, para quem têm um olhar detalhista e sensível. O quanto um homem do campo que talvez nunca tenha sentado frente uma lousa pode falar sobre o que sua humildade lhe permitiu aprender, vivendo. É preciso ser humilde para reconhecer que nada sabemos e, quem sabe que nada sabe se permite de tudo saber. A cada colheita um ciclo se faz. É preciso escolher as sementes que em nossa vida representam os sonhos, metas e objetivos. Após preparar o solo, plantar cada semente na terra da perseverança, otimismo e também incertezas. O adubo é a fé que fortalece o desenvolvimento do que agora já é folha verde, verde de esperança de bons frutos, verde que brota da terra. O tempo passa e o homem do campo vê a planta ganhar forma e ele experiência no cultivo. Agora começa a fase mais difícil. As pragas que são a falta de fé, incertezas, a falta de visão a longo prazo e até o descuido bobo da lavoura dos sonhos e objetos. É preciso pulverizar as plantas com defensivos, o mais útil é a força para continuar na luta e crendo que tudo passará e bons frutos serão colhidos. De repende você perde o controle, tempestades e vendavais chegam se hora marcada e coloca tudo a perder. Assim é vida, as tempestades vem, nos mostram que jamais teremos o controle de tudo nas mãos, que talvez tenhamos que recomeçar ou desistir da lavoura. Desistir? Jamais a única opção é recomeçar, mais cauteloso. Ai vem chuva demais, sol demais, que são o excesso de otimismo ou pessimismo, excesso de arrogância, excesso de independencia. Tem ainda a falta de chuva, falta de cuidados e vontade de abandonar a lavoura de sonhos. A fase ruim passa e resta aguardar o tempo de Deus para o fruto ficar pronto para colher, sem tirar o olho da lavoura. É tempo de colher e ai vem mais um grande aprendizado. Se colher e comer ou vender tudo, além de ficar sem alimento em tempos dificeis, ficará sem sementes para um novo ciclo que logo começa. Viu só, a vida ensina. Tudo é ciclico, então se agora você esta triste se anime, a tempestade passa. Está feliz, cultive a alegria e o otimismo pois o céu de uma hora para outra se veja e a tempestade chega. Ninguém está imune as tempestades da vida, porém apenas alguns sabem abrir o guarda-chuva no vendaval. Seja feliz hoje, na chuva ou no sol, mas escolha sorrir. Abraço."

"Das texturas mais perfeitas que meus dedos puderam tocar, certamente a preferida é sua pele. Das cores mais belas desde mundo, são seus olhos que dão cor ao meu mundo. De todas a músicas do meu playlist, aquelas que ouvi na sua presença são as únicas que ouço. Minha maior inspiração para sonhar, sorrir e para falar de amor, é você. Minhas lembranças giram em torno de nossos momentos."

Autores Populares

Em busca de mais sabedoria?