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"Julgamento: Como pode julgar alguém que se tem um carinho. Como podes acreditar em calúnias. Apedrejaste sem se ter certeza de que realmente Querias apedrejar. Mas... o fez. Como pode jogar fora tantas horas de alegrias. Jogaste no lixo da vida tantos segredos. Matou de uma só vez o que parecia ser eterno. Não se importou se feriu ou se ia se ferir. O seu egoísmo não deixou que ouvisse a voz da Razão.Pois pensaste só em ti. Como pode julgar assim! Como se fosse deus. Esmagou um coração, que não se estava presente. O que a vida, o sofrimento, as derrotas, as frustrações, Lhe ensinaram? Você não aprendeu nada? Acho que aprendeu sim com todas essas lições! A julgar, apontar, magoar e ferir. a vida lhe deu muito, mas você colheu pouco. Mas plantar !Plantaste bastante, e aos poucos Essa suas plantações estão secando, e secarão Até que morra toda a raiz. Não sobrará nada! A não ser os espinhos que para Ti o valor é imenso.E um dia esse mesmo espinho. Também secará. Dai a sua volta o que restará? Apenas um deserto em sua alma. Nunca julgues a quem sempre esteve do seu lado Mesmo em horas de constrangimentos. Que nunca mas nunca houve em momento algum, um Certo preconceito. E que, nas horas triste e alegres, sempre para o que der e vier, eu estava ali... Sempre Ali com você! Mas... Que fizeste questão, de fechar os olhos, Nada disso tem valor, nada mais importa, Nada foi verdadeiro, nada foi sincero. Há... Claro o seu julgamento sim foi de uma covardia Sem igual. Esse sim tenha certeza foi sincero. Então leve essa cabeça a guilhotina! E faça com Que desça a lámina."

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