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"Cor-respondência Remeta-me os dedos em vez de cartas de amor que nunca escreves que nunca recebo. Passeiam em mim estas tardes que parecem repetir o amor bem feito que você tinha mania de fazer comigo. Não sei amigo se era seu jeito ou de propósito mas era bom sempre bom e assanhava as tardes Refaça o verso que mantinha sempre tesa a minha rima firme confirme o ardor dessas jorradas de versos que nos bolinaram os dois a dois Pense em mim e me visite no correio de pombos onde a gente se confunde Repito: Se meta na minha vida outra vez meta Remeta."

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"todo mundo beija todo mundo almeja todo mundo deseja todo mundo chora alguns por dentro alguns por fora alguém sempre chega alguém sempre demora."

""Moço, cuidado com ela! Há que se ter cautela com esta gente que menstrua... Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa. Cuidado, moço às vezes parece erva, parece hera cuidado com essa gente que gera essa gente que se metamorfoseia metade legível, metade sereia.""

"Para um Amor na Rua Meu amor, vem pra casa que ouvi dizer que vai estourar a guerra Nostradamus previu Raimunda, nega Raimunda confirmou Por favor, ponha os pés na terra Chão firme cama da gente ouvi dizer que vai estourar a guerra. Você que é mundano convicto você que erra vai argumentar que não há perigo e o escambou que é apenas o "bicho" internacional. Vai confundir tudo com show vai dizer que tem Prince, Rock n'roll Gun's N'Roses e talvez Gal; É mau, meu bem tem também Sadam, Bushes e mesquinharias Vem pra casa guardar num cofre sua ingenuidade vem proteger da maldade sua fotografia. Aqui fiz cuscuz farofa e feijão fraldinho aqui pintei filosofia, comigo-ninguém-pode espada de São Jorge, jasmim, arruda, carinho. Tudo anti-míssil tudo bruxaria anti-crueldade bélica Lá fora alguns meninos querem experimentar a potência de seus terríveis brinquedos. Não tenha medo vem pra casa sem nem telefonar aqui tem ar, poesia, fé e tudo que a alegria da alma encerra. Vem, meu amor que ouvi dizer que vai estourar a guerra. (verão de 1991)"

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