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"Rock 'n' Roll não se aprende nem se ensina."

"Deus - o que é? E não quem é D eterminação E nergia U niverso S uperior Ei-lo descrito e traduzido por essa gramática "racionalista" que define tudo em apenas cinco letras. Poderia também ser: D esnecessário E nigmático U surpador S afado Eis a minha gramática: Quando a razão afirma que Deus é a causa do mundo, só existe um termo concreto, somente um lado de experiência que é o mundo, enquanto o outro Deus é totalmente suposto. Deus seria então uma afirmação inverificável; uma pura hipótese que pretende explicar os fatos, mas que está impossibilitado de explicá-los. Lembrando as palavras de Laplace: "Deus? Não necessito desta hipótese". Nós temos direito de procurar a causa no mundo, mas não de inventar uma causa do mundo. É tudo muito fácil: "Por que o mundo existe?" Invoca-se Deus, e pronto!! Brunschvicg, numa crítica semelhante à de Kant, pergunta: "Mas as exigências do princípio de causalidade não nos levarão a reclamar uma causa para Deus? A existência de um criador que não foi criado por nada está caindo em contradição com o princípio em nome do qual dizemos que Deus veio do nada como causa primeira." Ora, se aceitarmos um Deus sem causa, não podemos aceitar também, e mais simplesmente, um mundo sem causa? O Universo me espanta e não posso imaginar que este relógio exista e não tenha um relojoeiro."

"Eu conheço bem a fonte que desce daquele monte ainda que seja de noite ainda que seja de noite porque ainda é de noite no dia claro dessa noite..."

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