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Mais de Rinaldo Pedro
Ver todas"Com a cara do sertão Ao sol, o trabalho dia-a-dia, A vida como de um ermitão, Testa marcada toda em fatias. Insolação no rosto, calos nas mãos, Nada de mordomias. Garantindo, com isso, o pão: A fome que se irradia. Na Xerófila verde do sertão, O solo clamando chia, Restos em decomposição De uma vida sem harmonia, Exagero que não é pouco, Semelhança em sintonia. Terra rachada como é o rosto, Identidade de um povo, No sofrimento um do outro, A real face nordestina."
"O amor é o vento Para onde o vento sopra? para os horizontes, para as casinhas perdidas nos campos, leva as folhas que surfam em bandos. Vai subindo e descendo os montes e sopra na alma, acorda e acalma numa brisa suave que nos toma e invade. De onde vem o vento? do mar e lento, do túnel do tempo, ou da imaginação, como quem nasce num furacão, impulsionado pelo olhar, como aquele que sonha e sabe onde quer chegar. Esse vento é o amar, deixe o amor soprar!"
"Amizade “Amizade não se faz, se constrói. Amizade não se tem, se mantém. Amizade com paz, não destrói. Amizade é estar bem com seu bem”"
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