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"A vida me ensinou... A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostrar-lhes que sou diferente do que elas pensam; Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; Aprender com meus erros. Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo, a ser forte quando os que amo estão com problemas; Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho; Ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; A pedir perdão; A sonhar acordada; A acordar para a realidade!!!"

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"Não existe um mau abraço, somente bons e ótimos abraços. Abraços são dietéticos e não causam câncer ou cáries. Abraços são totalmente naturais, sem preservativos, ingredientes artificiais ou pesticidas. Abraços são livres de colesterol, adoçados naturalmente, 100% disponíveis na natureza e são totalmente recicláveis. Abraços são fáceis de transportar, não necessitam de baterias, sintonização ou raios-X. Abraços são isentos de impostos, totalmente regeneráveis e auto eficientes energicamente. Abraços são seguros em qualquer tipo de clima. Na verdade, abraços são especialmente aconselháveis para dias frios e chuvosos. Abraços são excepcionalmente efetivos no tratamento de problemas como pesadelos ou depressão da segunda-feira. Nunca deixe para amanhã se você puder abraçar alguém hoje, porque quando você dá um abraço em alguém, no mesmo instante você recebe um de volta!"

"A Verdadeira Riqueza Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia. Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba. Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra. Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos. Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los. Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras. No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam. Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo: - Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem? - Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade! O hóspede respondeu prontamente: - É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato. Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal. E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não. O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro. E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava: - Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre? - Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente? - Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro? - Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita? - Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido? - Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo? - Que diferença isso fará daqui a cem anos? Absolutamente nenhuma ! No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade."

"VOCÊ SABE AMAR? Eu estou aprendendo. Estou aprendendo a aceitar as pessoas mesmo quando elas desapontam, quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas. Não é difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam, mas como elas são! É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo. Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, escutar com olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos. Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas. Escutar a mensagem que se esconde por entre as palavras corriqueiras, superficiais; Descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta. Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada. Descobrir a dor de cada coração. Estou aprendendo a perdoar pois o amor perdoa, lança fora as mágoas, e apaga cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravam no coração ferido. O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos. Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração. O amor perdoa, esquece. Extingue todos os traços de dor no coração. Passo a passo, estou aprendendo a perdoar, amar. Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas, valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências duras vividas ao longo dos anos. Estou aprendendo a ver nas pessoas a sua alma, e as possibilidades que Deus lhes deu. Estou aprendendo, mas como é longa a aprendizagem! Como é difícil amar, amar como Cristo amou! Todavia tropeçando... Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores. Meus interesses, minha ambição, meu orgulho quando estes impedem o bem estar e a felicidade de alguém. Como é duro amar!!!"

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