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""Não ter medo de pular bem alto, de falar de boca cheia. Não ter medo de rir feito uma hiena, de contar o maior mico. Não ter medo de cantar a letra errada, de inventar a letra certa. Não ter medo de ir além, de contar aquilo que mais ninguém sabe. Não ter medo de exagerar na roupa, de andar meio mocoronga. To my Angels: Não ter medo de sair na chuva, no frio, de manhã, de tarde ou de noite. Não ter medo de pedir ajuda na prova, de tentar ajudar do jeito capenga que dá. Não ter medo de fazer fofoca, de falar sério, de chorar por causa da briga com a mãe. Não ter medo de ser exatamente como eu sou. Não ter medo. Porque sei que vocês estão do meu lado." Feliz dia dos Amigos!"

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"Eu preciso de... Eu preciso de tudo. Preciso da inspiração do poeta, da criatividade do autor, da imaginação do desenhista e do sofrimento do desconhecido. Preciso do cafezinho da padaria, da versatilidade do humorista e da coragem do salva-vidas. Necessito urgentemente da seriedade do jornalista e da compreensão do vovô. Decididamente eu preciso do abraço maternal, da comidinha caseira, da brincadeira de criança. Ainda que restrita, preciso da promessa de paz, do sonho de um futuro bom, mas isso deixa pra lá... Estou dispensando o olho gordo! Disso, pode ter certeza que eu não preciso. E que se vá também a agonia do fim, a tristeza da saudade, a cara amarrada da manhã de segunda feira; que vá para onde o vento faz a curava e que esqueça do caminho de volta. Falando em dispensa, não dispenso o “Bom dia” ao porteiro, lembro do obrigada e do “não há de quê” até mesmo ao estranho que me deixou entrar antes no elevador. Bons modos, nossa! Como eu preciso disso! Eu preciso disso e de muito mais. Busco sempre o desconhecido, entretanto, não largo mão do convencional. E nessa incessante busca, sei que preciso, todo o tempo, da alegria em que consiste a vida. Preciso do amor que preenche a alma, preciso da serenidade que acalma o coração. E por aí vai. Aliás, esse por ai vai bem longe. É, eu preciso de tudo."

"A vida é uma coisa muito complicada de se entender. Nós passamos por tanta coisa de uma vez só, passamos por tantos momentos, que quando para os pra pensar em tudo que aconteceu, percebemos o quão rápido nossa vida passou. Parece até comum quando chega o final do ano, escutar coisas do tipo “Nossa como o ano passou rápido; parece que foi ontem que ele começou...” E é nessas horas, que percebemos que o tempo está passando, que os anos estão correndo, que o mundo está mudando, que a nossa vida está diminuindo. Dizem que quando estamos morrendo, passa em nossa mente um filme de nossas vidas, com todas as horas que foram importantes pra nós, os momentos bons, os momentos ruins. Mas me pergunto uma coisa: será que é nessas horas que nos arrependemos do que fizemos, ou pior ainda, do que deixamos de fazer? É freqüente ouvirmos pessoas mais velhas falando: ”Ah se eu pudesse voltar no tempo e ter minha juventude de volta, seria tudo tão diferente...”. Parece que as pessoas, quando ficam mais maduras, começam a pensar mais nessa história de juventude. Pra nós, jovens, essa juventude vai durar pra sempre, vai ser eterna. Às vezes deixamos de fazer algo porque achamos que ainda temos uma ‘’vida toda pela frente’’ Mas é ai que cometemos nosso maior erro. Não podemos perder uma chance, uma oportunidade. A vida é uma só, por isso precisamos aproveitar cada momento, cada risada, cada lágrima, cada pôr do sol e cada dia de chuva. Se você deixou de fazer algo que queria muito, corra atrás! Faça de tudo para conseguir alcançar seu objetivo. Não deixe que a vida passe sem ter feito tudo que você podia ter feito. Aproveite seu tempo. Pois quando o filme de sua vida estiver passando diante de seus olhos, tenha a certeza de que o que você ver vai deixá-lo satisfeito. Vai perceber que mesmo o tempo tendo passado, os anos terem corrido, o mundo tendo mudado e a vida tendo diminuído, tudo valeu a pena. E mesmo sabendo que a vida é complicada demais para se entender, nós entendemos, que o que importa mesmo, é viver. (kety 01/12/07)"

"As vezes me perco em meus sonhos. Fico ali, sonhando acordada, tentando lembrar cada bandeira, cada palavra que talvez tenha passado desapercebida. Tentando descobrir um motivo, alguma pista. Afinal, por que chegamos até aqui? Ou como hegamos até aqui? Por causa do amor ou com amor? Digo que não. Se fosse pelo o amor, estariamos longe, bem longe disso que nos encontramos. Mas não diga nada... Deixa tudo assim por mim. Teus silêncios me dizem mais do que deveria. Me dizem até o que eu não queria saber. Teu silêncio me consome, me mata aos poucos Há o amor... Este sentimento, que traz alegria, culpa, tristeza, delírio, prazer. Seria por causa dele que nos debateriamos, a noite em nossa solidão escura? Seria por causa dele, que nos afastariamos, dia após dia um do outro?"

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