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"Hoje estou triste Amor... Hoje estou triste... Nesses dias a vida de repente se reduz a um punhado de inúteis fantasias... ... Sou uma procissão só de homens nus... Olho as mãos, minhas pobres mãos vazias sem esperas, sem dádivas, sem luz, que hão semear vagas melancolias que ninguém vai colher, mas que compus... Amor, estou cansado, e amargo, e só... Estou triste mais triste e pobre do que Jó, - por que tentar um gesto? E para quê? Dê-me, por Deus, um trago de esperança... Fale-me, como se fala a uma criança do amor, do mar, das aves... de você! ("O Poder da Flor" - 1969)"

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