"A ciência é grosseira, a vida é sutil, e é para corrigir essa distância que a literatura nos importa."
Temas Relacionados
Mais de Roland Barthes
Ver todas"A foto é literalmente uma emanação do referente. De um corpo real, que estava lá, partiram radiações que vêm me atingir, a mim, que estou aqui; pouco importa a duração da transmissão; a foto do ser desaparecido vem me tocar como os raios retardados de uma estrela. Uma espécie de vínculo umbilical liga a meu olhar o corpo da coisa fotografada: a luz, embora impalpável, é aqui um meio carnal, uma pele que partilho com aquele ou aquela que foi fotografado."
"A Fotografia não fala (forçosamente) daquilo que não é mais, mas apenas e com certeza daquilo que foi."
"Essas fotos, que a fenomelogia chamaria objetos "quaisquer", eram apenas analógicas, suscitando apena sua identidade, não sua verdade; mas a Fotografia do Jardim de Inverno, esta era bem essecial, ela realizava para mim, utopicamente, a ciência impossível do ser único."
Autores Populares
Em busca de mais sabedoria?


