"Quero brincar meus amigos De ver beleza nas coisas."
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Ver todas"Dez chamamentos ao amigo V Nós dois passamos. E os amigos E toda minha seiva, meu suplício De jamais te ver, teu desamor também Há de passar. Sou apenas poeta E tu, lúcido, fazedor da palavra, Inconsentido, nítido Nós dois passamos porque assim é sempre. E singular e raro este tempo inventivo Circundando a palavra. Trevo escuro Desmemoriado, coincidido e ardente No meu tempo de vida tão maduro"
"Para onde vão os trens, meu pai? Para Mahal, Tamí, para Camirí, espaços no mapa, e depois o pai ria: também para lugar algum meu filho, tu podes ir e ainda que se mova o trem, tu não te moves de ti."
"Vontade de não dar sentido algum às coisas, às palavras e à própria vida. Assim como é a vida na realidade ausente de sentido."
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