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"Atormentando a minha vida, Estão os meus fantasmas. Fantasmas de uma vida sombria, De uma ilusão desiludida... Quero seguir o meu caminho em paz. Segurar o meu timão, E comandar o meu barco nessa maré de solidão... Quero saber como é o gosto da liberdade. Quero saber como criar asas, Para poder voar ao infinito. E sair desta prisão... Será que a morte é a solução mas sensata a tomar? Acho que não! Já que não posso morrer 2 vezes... Não sinto mas o gosto da comida, Ela se transformou em serragem Meu sangue se tranformou em um mísero soro... Coração?! Não sei mas o que é isso, Agora só me resta a solidão, Vou definhando pouco a pouco... É assim que eu séria se não me amasse, Se um dia me dizer “adeus” Assim que eu séria... Eu não quero aprender a desaprender te amar, Tenho certeza de uma coisa. De que vamos viver para toda a eternidade... Eu não vou deixar de ama-la nem, Quando o infinito acabar, Quando o sol parar de brilhar E as estrelas se apagarem.... A única certeza da minha complicada vida é de que eu te amo meu amor!"

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