"Sinto falta da inocência de antigamente, onde crianças acreditavam em Papai Noel ou a velha história da Cegonha. Lembro do tempo em que passava horas no karaokê ou brincando descalço na rua, onde empinava pipa ou brincava de pega se esconder e outros jogos que faziam passar o dia mais rápido. Era como se o amanhã não fosse tão importante. Aproveitava o dia de hoje, não tinha muita preocupação em saber se o dia de amanhã iria chover ou não, porque com ou sem chuva iria aproveitá-lo da mesma maneira. Sinto falta de ver a inocência das crianças, das músicas bestas que me divertiam por horas em uma festa, de saber que as festas sempre acabariam cedo. Hoje em dia vejo barbaridades que muitos que realmente deveriam estar mais preocupados por serem mais velhos, simplesmente se acostumaram. Como sempre, se acostumam com tudo o que acontece. Crianças que hoje em dia cantam e dançam aquilo que eu na idade que tenho não tenho nem a coragem de dizer ou fazer. Crianças com a inocência perdida é o que eu vejo andando pelas ruas de adultos."
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Mais de Adalberto Rodrigues
Ver todas"Tento aprender em todos os momentos da vida, em tudo o que eu faço. E se aprendi um coisa em tudo isso, foi que não se deve colocar intensidade onde não tem nada. E eu achando que todo esse sentimento fosse real, percebi que em uma única noite que você não bastava de um zero sem sentido, onde toda vez que eu fosse me multiplicar com você não chegava em nenhum resultado. Percebi que eu era feliz sozinho. Não me arrependo de nada sobre esse amor, foi o primeiro e acho que vai ser o único e puro. Aquele que mesmo depois de anos, em uma esquina qualquer irei encontrá-lo e mesmo em um esquecimento ele irá ressurgir e irei lembrar de como te amei e de como te amo."
"Prefiro me arrepender de alguma coisa que eu fiz do que me arrepender de não ter feito absolutamente nada."
"Sempre tive o costume de colocar o despertador vinte minutos antes só pra eu ter um tempo pra fica olhando para o teto. Quem vê de fora pode achar que não é nada, preguiçá até, só que pra mim chega a ser tanta coisa que acabo me perdendo em alguma esquina da parte mais interessante do meu cérebro. Me peguei pensando o que aconteceu entre a gente, pensando se te deixo com a sua opinião de achar que sou uma pessoa sem caráter. Do que adianta me explicar, ou tentar mudar as palavras de um outro alguém que você escutou dizendo que eu supostamente falei? A tradicional brincadeira do telefone sem fio, falamos algo e de boca em boca chega no ouvido do outro totalmente distorcido. Essa é a pior brincadeira, que infelizmente não posso fazer com que as pessoas parem. E mesmo se eu resolvesse costurar meus lábios, já encontrei gente espalhando histórias que nem vivi por aí. Acho que o importante mesmo é estar com a consciência tranquila. Do que adianta se importar com o que os outros pensam? Sabe de uma coisa, deixa estar."
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