"Envolva-me... Conte-me e eu esquecerei Mostre-me e eu lembrarei Envolva-me e eu entenderei... Entenderei a magia do outono nas folhas que caem... A ausência presente quando a presença se faz ausente A distância, o silêncio e as lágrimas... Entenderei as ânsias e dores humanas sob disfarce A força curativa do amor presente nos gestos, Nas palavras e ações desprovidas de competição e egoísmo Entenderei a liberdade exercida com responsabilidade O AGORA como momento único a ser intensamente vivido Entenderei o HOMEM, a NATUREZA, a VIDA E amarei sem medida..."
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas""Amor possessivo" Imponho-te limites; ignoro tuas necessidades; anulo tua liberdade; alimento teus sentimentos de culpa e promovo a doentia co-dependência entre nós. Amo-te? Não! Satisfaço os meus caprichos..."
"Se eu soubesse... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Eu sou você no futuro Vim te contar Um segredo Antes, porém, me acompanhe Ao dezembro da vida, Pois lá recordarás Página por página vivida Chegamos! Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Vou te contar o segredo Lembra-te do dia em que nasceste? Do ciúme provocado Do colinho disputado Com a maninha Raianna Lembra-te dos teus cinco anos? Ciúmes, beicinhos e lágrimas... Que desapareçam as rivais! Eras a namoradinha do papai Lembra-te dos teus dez anos? Com as amiguinhas, exigente E as histórias contadas Pra mamãe confidente Lembra-te dos teus treze anos? Das bonecas esquecidas Dos medos e dúvidas Das paixões escondidas Lembra-te dos teus quinze anos? Da liberdade almejada Das dores, amores e sonhos... Da responsabilidade cobrada Lembra-te dos teus vinte anos? Dos trinta? Dos quarenta? Dos cinquenta? Dos sessenta? E tantos outros mais... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Não tenhas medo da vida Dos anos que passam, Das lembranças que ficam Pois cada página construída É deveras importante Se intensamente vivida"
""Agora - como nunca - sou capaz de compreender-te além do espelho, das palavras, do silêncio..." Asseguro-te: tal expressão não é verso solto dum poema efêmero emerso do nada; é a mais perfeita síntese/recompensa dos caminhos percorridos exaustivamente, a fim de superar vazios e quimeras relacionados à ausência dos que me são caros... (Incluo-te sempre, sempre!) Assim, o silêncio que me imponho nos interstícios da tua Presença é reverência aos momentos a ti reservados, tão somente. Jamais o interpretes sob prisma que não este..."
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