"HAI Eis que nasce completo e, ao morrer, morre germe, o desejo, analfabeto, de saber como reger-me ah, saber como me ajeito para que eu seja quem fui, eis o que nasce perfeito e, ao crescer, diminui. KAI Mínimo templo para um deus pequeno, aqui vos guarda, em vez da dor que peno, meu extremo anjo de vanguarda. De que máscara se gaba sua lástima, de que vaga se vangloria sua história, saiba quem saiba. A mim me basta a sombra que se deixa, o corpo que se afasta. Meu coração lá longe Faz sinal que quer voltar. Já no peito trago em bronze:"
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Ver todas"Das coisas que fiz a metro todos saberão quantos quilômetros são Aqueles em centímetros sentimentos mínimos ímpetos infinitos não?"
"Vai me ver com outros olhos ou com os olhos dos outros?"
"PARADA CARDÍACA Essa minha secura essa falta de sentimento não tem ninguém que segure, vem de dentro. Vem da zona escura donde vem o que sinto. Sinto muito, sentir é muito lento."
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