"Ontem me sonhei como o velho Buendia: amarrado aquela árvore enquanto os redemoinhos completavam o ciclo. Tive medo de Garcia Marques, como antes já tivera medo de Neruda e seu amor por Matilde, e de um Vinicius de moraes encantando as paredes com os olhos da amada. Procuro letras coladas nos livros para sentir medo de morrer e não mais ler."
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Ver todas"vigília dos meus olhos: voce desce a rua e o sol te acompanha! o vento, borboletas, sorrisos do mundo inteiro te acompanham. Não durmo enquanto tua presença não se afasta, então sofro. sofrem também todos os que sofrem a tua ausência. enfim me manifesto: estou nú, estou bêbado e estou só mas padeço da complacência a que todos os poetas tem direito, todos tem pena da nossa falta de juízo."
"Ontem me sonhei como o velho Buendia: amarrado aquela árvore enquanto os redemoinhos completavam o ciclo. Tive medo de Garcia Marques, como antes já tivera medo de Neruda e seu amor por Matilde, e de um Vinicius de moraes encantando as paredes com os olhos da amada. Procuro letras coladas nos livros para sentir medo de morrer e não mais ler."
"Nem tudo foi essa ausência: pintei pela manhã meu retrato com carvão e folhas - lobo preguiçoso escondido no subsolo das florestas. Nem sempre fui eu como me contam e isso também ninguém quer saber. Lembro-me, quando chamei por Deus: Ei Deus! quero contar e ele me interrompendo as gargalhadas - pra que?, já sei! Então...não ocupo mais ninguém com minhas primaveras laranjas me recrio através de lindos amigos - em folhas, telas, blogs, hipertextos... eu volto...."
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