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"O Anjo Mais Velho "O dia mente a cor da noite E o diamante a cor dos olhos Os olhos mentem dia e noite a dor da gente" Enquanto houver você do outro lado Aqui do outro eu consigo me orientar A cena repete a cena se inverte Enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar Tua palavra, tua história Tua verdade fazendo escola E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar Metade de mim Agora é assim De um lado a poesia o verbo a saudade Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim E o fim é belo incerto... Depende de como você vê O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar.. Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar.. Enquanto houver você do outro lado Aqui do outro eu consigo me orientar A cena repete a cena se inverte Enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar Tua palavra, tua história Tua verdade fazendo escola E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar Metade de mim Agora é assim De um lado a poesia o verbo a saudade Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim E o fim é belo incerto... Depende de como você vê O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar... Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar.. E o fim é belo incerto... Depende de como você vê O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar.. Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar.."

"Quanta mudança alcança o nosso ser. Posso ser assim, daqui a pouco não. Posso ser assim daqui a pouco? Se agregar não é segregar. Se agora for, foi-se a hora. Dispensar não é não pensar. Se saciou, foi-se embora. Quanta mudança, daqui a pouco... Se lembrar não é celebrar. Dura-lhe a dor, quando aflora. Esquecer não é perdoar. Se consagrou, sangra agora. Tempo de dar colo, tempo de decolar. O que há é o que é e o que será, nascerá. Nasss... será? Reciclar a palavra, o telhado e o porão. Reinventar tantas outras notas musicais. Escrever um pretexto, um prefácio, um refrão. Ser essência, muito mais. Ser essência muito mais. A porta aberta, o porto, a casa, o caos, o cais. Se lembrar de celebrar muito mais. A poesia prevalece, a essência, a paz, a ciência. Não acomodar com o que incomoda. Vou, vou engarrafar essa dor, vou engarrafar a saudade, vou me embreagar de tristeza. Bendizendo ela vira beleza. Gentileza gera gentileza."

"“Pra falar verdade, às vezes minto Tentando ser metade do inteiro que eu sinto Pra dizer às vezes que às vezes não digo Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo (…)”"

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