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"Sua estrela sereii... Como as ondas do mar Elas vai e vem Assim e o nosso amoor Um olhar distante Algo mais forte Tocou me Borboletas começaram fazer parte de miim Seus olhos lindos Me encantaram Sua voz me seduziu Sua osadia foi além dos meus sentidos O tempo me condenou até esperar Aqui estou parada Com pensamento longe Minha boca saem coisa sem sentiidos Minha mão soaa Ee contigo que eu quero fiicar Não adiianta.., Ela te olha Mais a minha boca que tocará a sua face Eu sou a estrela da sua vida E vou te fazer briilhar Mesmo que impossível Mesmo que seja uma tonelada Eu vou me entrega Te amo meu impossível"

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"Ouça o som das penas pousando no linóleo Fechando um par de olhos no quarto escuro Deixando as gotas salgadas marcarem tua pele feito óleo Fazendo de tua respiração um lugar seguro. Pequenas mãos permitem lhes pousar um rosto Magoado. Marcado. Esquecido. Salvo do colapso pois as paredes têm ouvido. A ponta de seus dedos desenham na terra fria. Enquanto lhe lateja o doce vácuo da terapia. Três e meia da madrugada. O tempo se torna melodioso e eterno. Me mantenho calada. Enquanto arrastam sua auréola para o inferno. A brisa gélida penica as digitais em seu corpo. Acelerando o pulsar de seu coração morto. O timbre da voz ecoa a melodia tão pequena. Só pra salvar minhas asas em quarentena. Duas almas incorporadas em um corpo sem amar. Dois pulmões escurecidos sem precisar de ar. Quatro olhos avermelhados, opacos, sem olhar. Dois pares de asas com medo de voar. 59 segundos de gravidade parada, 1 batida cardíaca estagnada, Não sei que horas da madrugada. Buscando um refúgio na direção contrária Se deixando dissolver na ventania da cidade portuária."

"Se pudesse escolher outra forma de ser eu escolheria ser você!"

"Uma gotinha salgada brota no cantinho dos seus olhos, sob sua pequena auréola, escorre pelo seu rosto e se liberta pelo seu pescoço. Acena em despedida sobre as ondas sonolentas cavalgando para trás do oceano vazio. Seus sonhos se deterioram assim, como suas asas. Penas amareladas flutuam, perseguidas pelo vento assobiante nessa translúcida escuridão. Meia gota salgada brota no cantinho novamente, mas desta vez não escorre, apenas brilha em teus olhos castanhos. Meia gota, gota inteira, nada muda. Apenas olhe o relógio, apague seu cigarro e tente voltar a dormir."

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