"É tempo de amar Eu quero falar da emoção que cerca a nossa vida. E perguntar para o seu coração se ele ainda dispara, ao ouvir a voz de alguém e se ele reconhece a paixão. Quando uma voz vira melodia, quando a noite parece dia, quando o amor envolve e encanta, e todo mal logo espanta, deixa no ar perfume de flores. O amor seca feridas, alivia as dores. Mas, se o coração está amargurado, se a decepção tomou conta e formou esse quadro. O amor quase não tem chance de se mostrar. Você fecha a visão da emoção, entristecido pelo tempo, seca a paixão. O medo de amar é couraça, uma ilusão. Pois quando o amor insiste, ele não desiste, e nos mostra que na vida, é possível amar muitas e muitas vezes, outras pessoas tão diferentes quanto o nosso humor. Assim é o amor. Desejo que o desejo de amar permaneça em você! Que não desista de fazer essa energia vibrar na sua alma. Busque o amor com dedicação, com calma. Sem pressa e sem medo de ser feliz. Se alguém te machucou, levante a cabeça. Olhe para a frente, para o novo tempo. O coração precisa enxergar no dia, os olhos dessa pessoa que quer te encontrar, e juntos, além do tempo e da distância, não perder mais nada e simplesmente, amar."
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Ver todas"Oração da Gratidão Senhor Jesus, neste dia que se abre para uma nova jornada, peço a sua benção, escudo contra o mal, peço a sua paz, fonte de serenidade, peço a sua bondade, que iguala os seres humanos, peço a sua renúncia, que nos sustenta diante das provas, peço a sua resignação, para aceitar o que não compreendo, peço a sua dedicação, para servir sem olhar a quem, peço a sua certeza, para ir além das minhas dúvidas, peço a sua serenidade, para pensar antes de agir, e peço a sua compreensão para os meus pedidos, pois ainda não sei oferecer mais de mim. Ainda não sei agradecer como deveria. Então, ensina-me a te adorar, a devolver amor em toda e qualquer circunstância, e ainda que eu ande em meio a escuridão do desamor, ainda que me perca na raiva ou no ódio da incompreensão, eu lhe peço, tem compaixão das minhas fraquezas, e quando todos me acusarem, que eu possa encontrar os teus olhos, eles serão meus faróis. E se ainda assim, eu não tiver forças para seguir, que eu possa estender as mãos, pois sei que as tuas estarão esperando as minhas, pois de tudo que há em Ti, nada supera o Teu Amor."
"Viemos em nome de Deus Maria Lúcia sentiu-se mais desanimada. A chuva que caia impiedosamente lá fora, entrava por todos os buracos do barraco, sem dar muita chance de encontrar um lugar seco para dormir. Fora todo esse incomodo, havia o medo terrível de desabamento naquela favela construída na encosta de um morro. Como dizem os moradores mais antigos, “lugar que ninguém quer é o lugar do pobre”, mas ela não se conformava com aquela situação. Na única cama do cômodo, seus 3 filhos dormiam quase que abraçados, a sensação de frio aumentava com o vento que a chuva trazia. Passava da meia noite e sua barriga enviava sinais de fome. Sua única refeição naquele dia fora um pão seco que ganhara da vizinha e ainda dividira com os filhos. Olhou para o caixote ao lado do fogão e percebeu que até o fubá que ela usava com água e um pingo de açúcar para disfarçar a fome das crianças estava acabando, o que seria dela amanhã? Adormeceu com fome e sonhou que estava em um campo onde havia muitas árvores com frutas de todas as cores. Era um festival de cores e cheiros que inundavam a sua alma. Maria Lúcia sentia-se na plenitude dos seus 23 anos, envelhecidos pela miséria e descaso. Esquecera dos problemas e valsava uma música imaginária que só ela podia ouvir. Pegava uma fruta aqui, outra ali e se deliciava com os sabores… Acordou com um gosto doce na boca, mas quando abriu os olhos, a triste realidade a fez chorar. seu choro, mesmo baixinho, acordou o filho mais velho, Márcio de 4 anos que abraçou-a e com seus dedinhos encardidos das brincadeiras de ontem, tocou no seu rosto com suavidade: -Mamãe tá chorando?. Por que você está triste? . Chora não…sonhei com um lindo anjo esta noite, e ele falou que alguém viria ajudar a mamãe ainda hoje. Maria Lúcia se surpreendeu com aquele recado do filho tão novinho. Onde ele ouvira falar de anjos??? Mais surpresa ainda ficou ao ouvir palmas na frente do barraco. Abriu a porta timidamente e viu algumas senhoras paradas diante dela. Todas estavam com um sorriso no rosto e faziam parte de um grupo de caridade da igreja local. Logo se aproximaram e foram invadindo o pequeno barraco com alimentos que pareciam até coisa de sonho. Arroz, feijão, leite em pó, fubá, farinha, ovos e até carne…quanto tempo ela não sabia o que era comer um pedaço de carne. -Viemos em nome de Deus para ajudar. O que mais a irmã precisa. Surpresa com todo aquele amor, Maria Lúcia queria agradecer, mas falou do seu maior sonho: arrumar um emprego para poder sustentar aquelas crianças. Ela sabia que aqueles alimentos iriam acabar em breve, e depois? Só um emprego a libertaria daquela miséria. Seu outro sonho era voltar estudar, concluir o segundo grau interrompido pela gravidez precoce. Falou dos seus sonhos, enquanto as irmãs faziam uma corrente de oração, depois, a mais velha perguntou se ela não queria trabalhar na casa dela cuidando da mãe dela que sofria do mal de Alzheimer. Ela poderia inclusive morar na casinha que ela tinha no quintal com os seus filhos. Maria Lúcia não podia acreditar no que ouvia, grossas lágrimas escorriam pelo rosto, beijou as mãos daquela mulher que nem lhe perguntou o nome e lhe deu uma oportunidade. E ela soube aproveitar aquela oportunidade. Cuidou da mãe da patroa como se fosse a sua própria mãe, e além disso cuidava da casa da patroa com tanta dedicação, que mesmo depois do falecimento da mãe dela, ela continuou morando ali, onde pode criar seus filhos com dignidade, pode voltar estudar e agora, prestes a se formar na faculdade, a nova assistente social, que nunca esqueceu as suas origens, bate palmas naquele mesmo barraco onde um dia o filho disse que tinha sonhado com um anjo, e que a caridade mudou a sua vida. Na noite passada sonhou com um anjo que lhe mostrara o antigo barraco e pessoas famintas esperando por ajuda. Quando a porta se abriu, uma mulher muito magra e assustada atendeu com olhar perdido. Maria Lúcia foi entrando, com as amigas da igreja, avançando com comida, roupas, esperança e uma parte de Deus. -Viemos em nome de Deus para ajudar. O que mais a irmã precisa?. Deus que nesta noite, através de seus anjos, falou em mais um coração disposto a ouvir. Assim, mais uma vez, antes da caridade, Jesus entrou naquele barraco, sentou, tomou água, abençoou a todos e partiu feliz, porque aprenderam a sua mais preciosa lição: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” Mat. 5:7."
"Simplesmente Entre o que desejamos e o que temos, existe uma barreira, uma distância, que pede muito mais do que o desejo puro e simples, exige dedicação e por vezes um certo sofrimento, paciência e abnegação, um preço para cada conquista, que nem todos estão dispostos a pagar. Por isso, há os que vencem, e há os que nunca alcançam. Gente que vê a estrada florida, e outros que permanecem no charco, há os que encontram, e os que nunca se acham. Muitos desistem no meio, outros nem começam, mas os que persistem, vencem a si mesmos, são os que recolhem pedras com as mãos, aqueles que não temem a noite escura, porque não enxergam os problemas, olham para a frente, para o futuro, com a lanterna da insistência nas mãos, e vão passando obstáculos, suando muito, porque toda vitória é fruto maduro, da perseverança e da transpiração. Se o seu sonho te parece impossível, saiba que a esperança é o estopim, que acende a dinamite da determinação, e que todo aquele que crê e persevera, acaba encontrando mais do que espera, na curva da vida que os tolos chamam de sorte, e que os determinados munidos da paciência, reconhecem de longe, alcançando o sucesso, chamam sabiamente de “conseqüência”. Eu acredito em você."
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