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"Sou réu de amor Confesso o meu pecado Porem não me arrependo desse crime Que amar alguém e talvez não ser amado Seja o crime mais gostoso e mais sublime A confissão por certo não redime A quem quer continuar culpado E se eu for por acaso condenado Não há razão para que desanime Pelo contrário, altivo, embora fique Meu coração partido em mil pedaços Eu quero que a justiça se pratique Sou réu de amor e julgo-me indefeso! Pela justiça, entrego-me a teus braços Pois eternamente quero ficar preso..."

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