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""Nem sempre a vida está ao nosso lado. Nem sempre o destino dá aquela força. Mas e daí? Hein? Olha pra mim, limpa bem os ouvidos e presta atenção! E d-a-í? Se a gente gosta, se a pessoa nos faz bem…vamos lá, mete a cara, abre o coração, coloca os pensamentos em cima da mesa, joga as emoções ali oh, bem ali e te despe de qualquer tipo de receio ou medo. Sentir medo é comum, sábios são os que sentem medo. Sábios são os que têm a convicção de que precisam aprender muito. Que não sabem, na realidade, nada de nada. Os caminhos estão obscuros, não há luz, o terreno é cheio de pedras e altos e baixos e parece que o universo diz que não é bem por ali. Mas a gente sente que é exatamente por ali. Sabe aquela certeza? Quando ela chegar você saberá. Sim, você saberá do que eu falo, você terá certeza de tudo. Tudo ficará claro, o que era loucura parecerá (e se transformará) na mais pura verdade. O intocável se tornará concreto. O dia se fará noite. O obscuro se tornará um arco-íris. O remédio? Sentir. Só sentir. E não pensar se é certo ou errado ou idiotice ou piração. Mesmo porque sentir é uma piração. Mas é pirando que se sente. Enjoy!""

""Acho, mesmo, que existem amores que duram uma vida inteirinha. Ou o tempo que precisam durar. Porque certas coisas não são eternas, não. Mas duram o tempo certo. Só porque terminou não quer dizer que deu errado. As pessoas têm a mania de achar que se acabou é porque tudo foi perdido. Discordo. Qualquer relacionamento, bom ou ruim, traz experiência e maturidade emocional. Só que os romances duram o tempo que precisam. E eles necessitam de empenho, trabalho constante, cuidado, carinho. É como uma plantinha que a gente rega todo dia. Tem que proteger do sol, do vento, dos bichos. Acredito que o amor acontece para quem está preparado. E para quem quer de verdade se conhecer. Porque quando existe o nosso encontro com o amor a gente descobre partes que estavam escondidas lá no fundinho, esperando uma brecha para sair.""

"Foi esperando quase nada que um quase tudo apareceu. Simples como um fim de tarde. No começo era medo, incerteza, insegurança surgindo como relâmpago no céu. Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que fazia bem. Não teve espumante, holofote, tapete vermelho. Foi simples como um fim de tarde. Algum frio na barriga, interrogações deslizando pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não pra ser. É que um dia alguém nos ensina que quando é pra ser a gente sente."

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