"Revelo-me... No descompasso do amor Finjo ser, não sou Sou, não finjo ser No compasso da dor..."
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas"_________________, nada que se possa dizer ou fazer anulará retalhos do tempo embebidos de dor e saudade... Silêncio, palavras, notas da vida não preenchem o vazio experimentado frente à definitiva travessia de quem amamos: você que - pelos sublimes elos do amor maior – ocupa lugar cativo em nossos corações. No entanto, conforta-nos saber, este mesmo vácuo - com o passar das horas insípidas – abrirá clareira à significativas travessias esboçadas nas pautas do nosso viver. A morte é porta... AMOR, LIÇÕES e SAUDADE, sempre! P.S. A morte é condição para que possamos realizar novas e significativas travessias a cada amanhecer que desponta dentro de nós... Para mim, ela tem um significado especial: é porta do irreal ao real; da escuridão à luz; do trivial ao essencial; da "morte" à imortalidade... Assim, uma vida que desconhece o vácuo oriundo das sucessivas mortes experienciadas em alto mar é incapaz de vislumbrar a magnitude do porto que a aguarda."
"Na dor, no amor, na vida... Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas superar barreiras colocar bandeiras nos áridos solos da dor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas criar novas fontes abrir horizontes nas fronteiras do amor Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas construir teu espaço descobrir teu compasso no doce embalo da vida Amo-te infinitamente E por te amar assim Ofereço-te asas Deixo-te livre para que possas a mim retornar e, então, me ensinar o que aprendeste na dor, no amor, na vida..."
"Olhar distante... Quisera eu poder dissipar Essa névoa que envolve tua alma Que eterniza a efemeridade do tempo Nas horas de solidão entre ti e o mar Sei bem, nada posso ou espero Se o temor me faz companhia Se as ondas se quebram em silêncio Se me vejo teu inverso, em agonia Então, O que mais tenho a dizer-te? Vai! Arranca de mim a última lágrima E deixa-me ir, contigo..."
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