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"VENHA (28/09/2007) Venha! Mas venha logo, não se demore, estou o esperando ainda. Venha! Você me conhece e sabe que não sou lá muito paciente, Então venha o mais rápido que puder, pois o mundo não pára, Enquanto você não age. Venha, faz tempo que estou esperando você vir. As oportunidades retornaram, O tempo parece estar nos dando mais uma chance E eu quero aproveitar essa chance. Então, venha! Mas venha sem medo, Venha aberto para se entregar, Venha disposto a me receber, Venha preparado para me conhecer, de verdade... Com tudo o que tenho a te oferecer. Venha! Talvez você pense que já me conhece, Mas sou muito mais do que você já viu ou ouviu, Mas também posso ser menos do que você espera. Mesmo assim, venha! Eu não te prometo perfeição E nem espero isso de você, Eu só espero, a princípio, sinceridade, entrega, carinho e respeito E o que virá depois a gente entrega nas mãos de Deus, Que é quem sabe de todas as coisas, creia nisso! Olha, venha, viu? Nada mudou, Não se engane, Ainda temos vida, Então ainda temos oportunidades. Mas, venha, não se acanhe! Imprevistos acontecem sempre, Isso faz parte da vida. Então, recupere-se, cuide-se, prepare-se... E quando vier, Realmente venha E aí vamos ver o que acontece... Estou curiosa e até ansiosa, confesso, para saber. Fica com Deus!"

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"ADEUS (16/01/2008) Não penso no adeus de forma normal. Penso no adeus de forma cotidiana e depressiva. Penso no adeus momentâneo, O adeus que não deu tempo. Penso no adeus de muitos E no adeus contido que não se pôde dar. Penso no adeus exaustivo, No adeus cansativo, No adeus encharcado de lágrimas. Penso no adeus chocado, No adeus calado, No adeus molhado de quem esperava retornar. Penso no adeus que não se foi, No adeus que não volta, No instante do adeus. Penso naquele adeus semicerrado, Abusado, despreparado para se dar. Penso no adeus a todo custo, No adeus de todo mundo, No adeus que parte mudo. No adeus que acaba tudo."

"DANÇA DE SALÃO Eu te entreguei a minha carne viva Eu te dei a minha face Deixei você me conduzir nessa dança improvisada De passos mal feitos e cheios de defeitos E a estrada que tu me conduziste Feriu os meus calos, tantos calos Arrancou a casca da ferida ainda não cicatrizada E você olhou para as minhas feridas E ao invés de curá-las Você continuou dançando E isso foi arrancando e expondo ainda mais a minha dor. O pior é que depois da dança, Você não gostou das feridas abertas, Disse que eu não sabia danças E me deixou descalça no meio do salão. Quem voltou não foi você você para cuidar de mim. Foi justamente aquele que primeiro me feriu, Que arrependido voltou de joelhos para me acudir. Trouxe pomada e esparadrapo, Me de novos sapatos E me tirou do meio do salão Me entregando de novo o seu coração."

"EU TE PRECISO (08/01/2008) Preciso da sua voz, Preciso do seu sorriso, Preciso do seu abraço, Preciso do seu carinho. Preciso da sua atenção, Preciso da sua alegria, Preciso da sua verdade, Preciso da sua energia. Eu preciso de você, Como preciso do oxigênio para viver. Eu preciso da sua vida, Como preciso da minha. Porque eu não sei ser sozinha, Eu não sei te esquecer, Eu até já tentei, Mas aí não consegui mais viver. Então desisti de tentar E deixei você ficar. E você foi ficando E de novo, foi se apossando, De mim e do meu coração."

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