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"A indiferença de um celular Que criatura cruel é um celular. Permanece calado nos momentos Em que mais preciso que fale. Fala quando não deve. Grita outro numero Quando desejo que seja o seu. Dorme nas minhas noites de insônia. E berra, interrompendo meu sonho com você. E nas horas de agonia, Quando desejo ouvir tua voz... Me oferece a voz metálica da caixa postal. Click... Fecho o flip."

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