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"Anjos Muitas vezes não são compreendidos Porém sempre Admirados. Talvez no silêncio contidos... Pela inocência limitados. Sua beleza sempre única De perfume incomparável... quem lhe dera tal sorriso? Amor inevitável. Por vezes anjos encontramos, Por dias admiramos, Por mais noites ainda Com eles sonhamos. Quem me dera ter asas, E voar ao teu lado Nem se fosse ter o fim de Ícaro, E cair em brasas. Não importa quanto tempo leve, Verei aqueles olhos outra vez... O perfume de quem se atreve A levar toda minha lucidez."

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