"A quem ler Vim deixar meus pensamentos. mas, sequer me levam a algum lugar... Descreveria-o, ou descreveria-me, Como se eu estivesse em uma mata fechada, e tudo o mais fosse cheio de névoa. E os galhos baixos, impedissem-me de ir com a visão mais além do que onde vão meus passos. Olho a minha direita, e nada tem, a não ser olhos pequenos vermelhos me observando. A esquerda mais olhos vermelhos me observando. É inacreditavel, como as pessoas que estão em torno não me deixam expandir. Como a vida, cheia de leis, cheia de mandantes, e mandamentos, me segurassem para eu não poder cometer meus erros e acertos. Estou perplexo, em como é que as coisas mal se encaixam E encalacram o direito de "vivencia" do ser humano. Penso em mudar o mundo, sinto que sózinho, jamais poderia. E não vejo forças em ninguem para poder mudar alguma coisa; e sou obrigado a me manter contido, resguardado.. acreditando nessa tal fé, dos cristãos, evangelicos, e Jeova`s. Que nem mesmo eles sabem realmente se essa coisa chamada de fé, é fé mesmo. Estou enclausurado, neste mundo imperfeito repleto de perfeccionistas falastrões. Que se envolvem em nossas vidas, mesmo não querendo, pensando em seus bolsos Em suas barrigas e em suas familias. Mas esquecem-se que são tambem SÃO NOSSOS IRMÃOS."
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Ver todas"Não me roube, por que ja nada tenho. Se me roubar as palavras... que será do resto de mim"
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."
"Sabe-se bem que sou humilde; Não me visto de luxo, não me calço de mentiras, Não subo o muro de escadas, Não bebo agua filtrada, Não preciso de comida fresca, Sequer ando de carro, Comigo é tudo no popular Quem me leva ao meu destino, (pobre destino) É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão. De Guaianazes a Brás, é esta minha vida Paulistana, Que não troco pela vida puritana Como carne aos montes, Bebo vinho de 5° Bato papo com mendigos, Fumo cigarro barato, Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum. Mas por que, nada me tira o gostinho de ver, Os cidadãos que fazem minha cidade. De sentir os Odores de sua Poluição matinal, De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto, Enquanto fecho os olhos para poder senti-los. De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas, como o "homem bonito", o "feio rapaz", O sujo, ou o limpinho que viram hoje. Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem falando do neto que nasceu, e é bonito. Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente, ou da doença. Do pai brincando com a filha no colo, com os olhos brilhantes de felicidade... De ver os amigos se sorrindo, num flerte diferente, e interessante. De sentir o ar condicionado do TREM, congelando minhas mãos... De andar pelas ruas de SÃO PAULO, e ver quem são as Impuras, desdonzeladas, mulheres da rua... Que dão os prazeres encubados aos pais de familia, a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns... Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais. Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho. De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois. E poder olhar admirado para tantas belezas. E de ter minha namoradinha, linda namoradinha. No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando... escorridos, feito macarrão. O Interessante de tudo isso, não é a vida mesquinha. São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE."
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