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"Qual folha que vaga sem rumo e sem vida no espaço perdida sou eu vagar! Qual chuva crescendo nos olhos do tempo nos mares crescendo, nos olhos do tempo, sou eu chorar! qual sombra da noite de um céu nevoento que canta a tristeza, sou eu cantar! Igualmente o que vai aos pés do infinito Gritando...gritando..sou eu esse grito! Eu sou o consumo de um sol sem calor Enfim, sou resumo do riso e da dor eu colho a tristeza em forma de flor na paz da certeza onde canta o amor!"

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