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"A Razão de Nossas Vidas (keidylee.blogspot.com) Lá do alto das montanhas Sejamos firmes – alguém gritou. Friamente sinto um toque Algo desandou. Cumpria com paixão Cada ordem recebida Sim, estamos em busca, Da razão de nossas vidas Decifrando mapas Atrás de novas conquistas Às vezes esquecendo das velhas Que no passado nos livrara da guilhotina. O capitão havia esquecido as trilhas Caminhar com o coração, é essa nossa ida Atrás de alimentos que matem, toda a dor da partida Sejamos fortes – novamente o capitão gritou Nada vai nos parar enquanto houver vontade Aqui é nosso lugar, Novamente preocupados Pois tudo se perdeu. Um bando ameaça: – Rendam-se ou morram! Isso ainda não se ouviu Devemos continuar tentando Pois nada sucumbiu. Não me entrego, Não me entristeço Com a ira dos dragões Somos tão pequeninos Mas nossa coragem se entrelaça Com um desejo insano de vencer Enfrentamos mil ladrões Levantar é preciso quando o sol amanhecer Nem que amanheça dormindo E acorde quando o dia escurecer. É de onde sai toda a raça, Razão de nossas vidas Pois preferimos morrer a nos render A eternidade de nossas feridas."

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"O Moço da Esquina Eram seis e meia da manhã, ele estava se aprontando para o trabalho quando de repente escutou lá de fora algo que lhe chamou atenção. Ainda não dedilhou aquelas palavras como deveria e até como desejaria, mas algo em seu mundo parou e andou rapidamente, ele tentara acompanhar, mas de nada adiantava seu sentimento de perda e ganho. Trabalhou introspecto querendo ainda ter o pouco de nada ter. Queria ter o dom, a beleza que jurava estar na casa do vizinho. Ele queria mudar até o dia em que percebeu que não se entenderia de forma alguma. E continuou a viver com o peso silente de existir. Ainda não me contou o que aconteceu, ainda não sei o que havia escutado. Mas ele queria mudar o mundo e de tanto tentar acabou sendo modificado pelo mundo, mas não sobreviveu a tal e voltou a fazer do desentendimento seu fiel companheiro."

"O Que Eu Quero? - Quarta Parte Não quero muito Apenas o complexo Justificado numa chuva doce Pra que não molhe meus contos."

"Minhas Certezas (keidylee.blogspot.com) De todas as coisas que juro ter nessa vida Poucas são as que realmente tenho As que eu sei: são minhas e das quais pertenço. São poucos os fatos que considero Poucas pessoas e objetos São bem poucas minhas certezas. Já andei duvidando de coisas que não podia Confiando em coisas que não mereciam Precavendo-me excessivamente por medos passados. Já andei parando pra pensar Quando os fatos queriam que eu andasse E fui impulsiva quando na verdade deveria está intacta. Andei fazendo balanços relevantes E cada vez mais concluo Que são poucas as minhas certezas. Contáveis certezas, Deus, a primeira delas. E você."

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