"Diante de ti - soberano das águas - reconheço a transitoriedade das ondas, a relatividade do tempo e a nulidade da vida que "passa" sem marcar estações..."
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Mais de Maria Aparecida giacomini Dóro
Ver todas"Somos humanos! Que bom que somos humanos! Assim, imersos nas águas emocionais, podemos sentir os impactos das polaridades tão presentes em nossas vidas. Impactos que nos despertam do sono letárgico do "existir" para a expressiva aurora do "viver". Impactos que nos mostram que o equilíbrio se faz no caminho do meio... Equilíbrio? Equilíbrio é chão; é lição! É vida pautada no agora, meu irmão!"
"Superar barreiras autoimpostas em busca de aceitação e reconhecimento externos, exige-nos momentos de silêncio e reflexão... Entremeio a letargia e o despertar, pergunto-me: vale à pena buscar no outro aquilo que podemos encontrar nos recônditos do nosso próprio ser? Que - dos mirantes da solidão - possamos nós, enfim, contemplar a beleza e a harmonia de uma vida atrelada à liberdade de ser e agir, traduzindo-a em palavras; palavras lidas ou não... Palavras, palavras... Se verdadeiramente vividas, sentidas e expressas, então, o que mais importa?"
"Compassos e descompassos virtuais Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica. Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos – misteriosos habitantes das telas – dotados de refinadas qualidades e escassos defeitos... Conscientemente, um campo onde - desprovidos do contato físico - precisamos redobrar os sentidos para lermos o oculto nas palavras trocadas, nas imagens distorcidas que inevitavelmente despertam sentimentos; um campo onde precisamos ouvir a voz do silêncio para captarmos a essência do outro, sutilmente, revelada nas entrelinhas do que escreve e/ou nas ondas que emite. A cautela e a seletividade são poderosas aliadas tanto no mundo real quanto no virtual, visto que expressivo número de homens e mulheres mascara sua verdadeira identidade, devotando-se a jogos emocionais manipulados por uma criança interior profundamente ferida. Sondarmos a essência do outro e nos revelarmos despojados de máscaras não é tarefa fácil, porém a prudência e a retidão demarcam caminhos para evitarmos provar, mutuamente, o gosto amargo da decepção..."
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