"No se cuentan las ilusiones ni las comprensiones amargas, no hay medida para contar lo que podría pasarnos, lo que rondó como abejorro sin que no nos diéramos cuenta de lo que estábamos perdiendo. Perder hasta perder la vida es vivir la vida y la muerte y son cosas pasajeras sino constantes evidentes la continuidad del vacío, el silencio en que cae todo y por fin nosotros caemos. Ay! lo que estuvo tan cerca sin que pudiéramos saber. Ay! lo que no podía ser cuando tal vez podía ser. Tantas alas circunvolaron las montañas de la tristeza y tantas ruedas sacudieron la carretera del destino que ya no haya nada que perder. Se terminaron los lamentos."
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Ver todas"Se eu morrer, sobrevive a mim com tamanha força que acordarás as fúrias do pálido e do frio, de sul a sul, ergue teus olhos indeléveis, de sol a sol sonha através de tua boca cantante. Não quero que tua risada ou teus passos hesitem. Não quero que minha herança de alegria morra. Não me chames. Estou ausente. Vive em minha ausência como em uma casa. A ausência é uma casa tão rápida que dentro passarás pelas paredes e pendurarás quadros no ar. A ausência é uma casa tão transparente que eu, morto, te verei, vivendo, e se sofreres, meu amor, eu morrerei novamente."
"Se cada dia cai, dentro de cada noite, há um poço onde a claridade está presa. Há que sentar-se na beira do poço da sombra e pescar luz caída com paciência."
"Antes de amar-te, amor, nada era meu Vacilei pelas ruas e as coisas: Nada contava nem tinha nome: O mundo era do ar que esperava. E conheci salões cinzentos, Túneis habitados pela lua, Hangares cruéis que se despediam, Perguntas que insistiam na areia. Tudo estava vazio, morto e mudo, Caído, abandonado e decaído, Tudo era inalienavelmente alheio, Tudo era dos outros e de ninguém, Até que tua beleza e tua pobreza De dádivas encheram o outono."
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