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"Conheci a pintora Myie Tamaki durante um seminário sobre Energia Feminina, em Kawaguciko, Japão. Perguntei qual a sua religião. “Não tenho mais religião”, ela respondeu. Notando, a minha surpresa, explicou: “Fui educada para ser budista. Os monges me ensinaram que o caminho espiritual é uma constante renúncia. Temos que superar nossa inveja, nosso ódio, nossas angústias de fé, nossos desejos. Consegui me livrar de tudo isto, até que um dia meu coração ficou vazio. Os pecados tinham ido embora, e minha natureza humana também. No início fiquei contente, mas percebi que já não compartilhava das alegrias e paixões das pessoas à minha volta. Foi então que larguei a religião. Hoje tenho meus conflitos, meus momentos de raiva e de desespero, mas sei que estou de novo perto dos homens, e, consequentemente, perto de Deus”."

""Quando nos encontramos com alguém e nos apaixonamos, temos a impressão de que todo o Universo está de acordo; hoje eu vi isso acontecer no pôr do Sol. No entanto, se algo corre mal, não sobra nada! Nem as garças, nem a música ao longe, nem o sabor dos lábios dele. Como é que pode desaparecer tão rapidamente a beleza que ali estava há poucos minutos? A vida é muito veloz; faz-nos ir do céu ao inferno numa questão de segundos.""

"Muita gente tem medo da felicidade. Para essas pessoas, esta palavra siginificamudar uma serie de hábitos - e perder sua própria identidade. Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos - porque aceitá-los nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus. Pensamos; " É melhor não provar o ´calice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito." Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de xorar, deixamos de sorrir."

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