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"De tanto observar acabe-se aprendendo… Aprende-se que nem tudo deve ser apenas observado. Alguns momentos da vida não acontecem para serem assistidos eles acontecem pressupondo uma participação. Apenas observar é ver passar os momentos que se tem a viver. Apenas observar é ser um mero espectador da sua própria historia, é apenas repetir as falas por deixar a boca mexer é sentir o vento que encontra outro rosto, é não ter a lagrima para enxugar antes de tocar sua boca. Atitudes, quantas destas faltam a quem se quer, hão de querer deixar a vida passar? O medo de quem observa seria o medo de quem não quer “estragar” o momento são esses medos que se deixam por poupar, o medo de errar? Um medo de “atrapalhar”, mesmo de longe, mesmo discretamente, momentos apreciáveis de se observar. Observe, quantos medos os tem… Frustra só pensar… A hora de parar de observar… a hora de andar… de ser e estar…"

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"Desprezo, Sorte de quem consegue o ter, azar de quem o sente"

"Podemos pensar várias coisas e acreditar em uma maneira correta de se viver, mas nem sempre vivemos como pensamos, ou como gostaríamos. Algumas atitudes que temos nem sempre são as que julgamos corretas, mas naquela hora "parece" ser a melhor "coisa" a se fazer. O fato de irmos contra nossa própria ideia, de certo ou errado, nos transforma em hipócritas? Antes eu pensava que sim, agora já não tenho certeza... não dá para se julgar o todo pelas partes, e muitas vezes, as pequenas partes explicam e dão o sentido ao todo. Na teoria é sempre mais fácil, o amor é lindo, a vida é bela, nunca desistir, nunca é tarde, nada é por acaso, a tal da esperança que nunca morre... Mas a vida tá ae, dizendo que o amor vai fazer você sofrer, que a vida vai te pregar peças, que há momentos em que desistir é preciso, que não há tempo que volte, que acasos são meros acasos, e esperança era o apelido da Dercy Gonçalves. Será que mesmo assim somos os sonhos que temos ou a realidade que vivemos? Matamos e morremos, choramos e fazemos chorar, assistimos e fechamos os olhos todo o dia! A covardia, o "melhor assim", o "se for para ser será", no fundo sabemos o que fazemos, no fundo sabemos quem somos, no fundo estamos perdidos entre o mundo que pensamos e o mundo em que vivemos. Será que existe alguém que é o que realmente gostaria de ser ou que julga ser? Somos o que somos porque queremos ser, ou porque temos que o ser? Será que a pessoa que matou alguém é realmente pior que aquele que adotou uma criança abandonada? Aparentemente parece. Mas se você souber que quem matou o fez por defesa própria e quem adotou a criança vai tranformá-la em um "trabalhador escravo", e agora? Da mesma forma, do que adianta alguém ter brilhantes pensamentos se não saber vivê-los em seu dia a dia. Do que adianta alguém ter "lindas atitudes" baseada apenas em interesses? No amor e na guerra, vale tudo? Vale ser quem, vale conquistar o que? Não importa quem realmente somos se não soubermos fazer entender a quem se quer entender, nos tornamos a interpretação de quem julga saber, nos transformamos em meros personagens de histórias "baseada em fatos reais", seja através de atitudes, seja através de pensamentos, seja quem nem sabemos ser."

"É difícil encontrar alguém que se ame de verdade, mas isso acontece. Difícil mesmo, é acontecer desse alguém também te amar."

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