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"Não são vilões que eu incorporo. Tudo isso faz parte da estrutura desse vaso ruim aqui. Que diferente do ditado, já caiu e quebrou. Hoje usa materiais inquebráveis e aderiu ao super-bonder. É assim que funciona. Eu não fiz por mal, mas foi um grande equívoco eu acreditar que pudesse viver de médias expectativas e sensações. Eu pra sempre serei a melhor amante, a pior inimiga, a maior injustiçada, a mais apaixonada, o teu mais terrível pesadelo, ninguém no mundo sofrerá mais do que eu e tão pouco poderá ser mais feliz. Desse jeitinho mesmo. Potencializado e cheio de exagero. (fragmento de um texto longo demis, mas eu gosto dessa parte)"

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"O que me dá raiva é saber de tudo que fiz por ti. todas as noites perdidas pensando no que aconteceu, todas as concessõs que fiz por nós, tudo que deixei pra tras pra traçar um novo rumo, todo o orgulho que perdi em vão. Me dá raiva pensar em todos os sorrisos que dei, quando o que recebi em troca foram palavras vazias. Dá ravia ao lembrar de todos os beijos apaixonados, jogados por ti ao vento. Todas as falsas declarações de amor, tudo que não vivi aprisionada a tua teia. Me dá raiva ter sido pra ti tão fácil. Sempre me deixando a tua disposição, me dobrando em duas pra atender teus caprichos, sempre ligando, sempre mudando pra me encaixar no teu molde. Me dá raiva, por Deus, lembrar de tudo que vivi contigo. Todos aqueles momentos que me senti feliz, que me senti amada. Momentos que agora vejo, aconteciam somente dentro da minha cabeça. Me dá raiva pensar em todas as lágrimas que por ti derramei, de todas as promessas que tirei de mim mesma, q que só me fazem sofrer, cada vez mais. Me da raiva ter um dia pensado que vocÊ era o cara certo. Dá raiva não ter ouvido a razão, que me dizia o tempo todo que aquilo era uma loucura. Ter ouvido a voz da emoçao, ah aquela velha raposa, que me enganou. Porque eu tentava me convencer de que a raposa estava certa, mas eu só estava mentindo para mim mesma. Me dá raiva em saber que não vai ter um 'final feliz'. Porque nem começar com 'era uma vez', começou. Me dá raiva pensar que seu final feliz não vai ser comigo. Dá raiva pensar em quem vai te abraçar, quem vai te aquecer, quem vai te tocar. Me dá raiva em lembrar de todos os meus amores, e pensar que vocÊ foi o melhor deles. Me dá raiva quando penso no que não vai acontecer. Me dá raiva pensar nas flores e nos dias de sol. Nos teus beijos, e em tudo que eu tinha sonhado pra nós. Os teus olhos, e mãos, e teu abrço protetor; é o que vai me faltar. Me dá raiva não saber o que fazer deste amor. Mas o que me dá mais raiva nisso tudo, é quando meu coração dispara ao te ver. É quando me derreto com com tuas maõs tocando minha nuca. É quando acredito nas tuas palavras vigaristas, é quando te ligo de volta quado você desliga. Me dá raiva sentir saudade depois de cada despedida, saber que não vou te esquecer. Me dá raiva desse meu amor eloquente, sem razão, sem fronteiras. Raiva de saber que acabou. E me dá raiva, não ter raiva de ti, nem só por um segundo, nem só por ter raiva."

"Debaixo de sete chaves O homem é naturalmente um ser carente, necessitado de afeto e atenção. E durante sua vida encontra nos seus semelhantes este afeto, criando laços que, não necessariamente, vêm do sangue, que não necessitam de parentesco algum. Estes laços servem como alicerce para a construção de uma verdadeira amizade. Amizade que, devidamente cultivada, serve como pilar na construção do caráter de cada indivíduo. Disse a canção: “amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração”. Este é o desejo íntimo de todos, ter um amigo sempre por perto, dentro de uma caixinha, para quando a saudade bater, tê-lo logo ali ao lado. Acontece que não funciona assim. A vida por si é uma constante mudança, cheia de idas e vindas. Hoje mora-se aqui, amanha se ganha um emprego e se vê morando do outro lado do pais. E então como ficam os amigos? Ficam para trás, e não há caixinha em que se possa carregar um amigo. E o momento em que se vê parte de si mesmo ficando para trás. Separações existem não só em amores, mas também em amizades. E esta é uma das separações mais dolorosas por qual o homem passa: a despedida de um amigo. Contudo, quando a amizade é verdadeira esta suporta distâncias, o passar dos anos, suporta todas as possíveis barreiras. A amizade genuína é construída em cima dos laços do companheirismo. Ela existe sim. Não é possível levar o amigo da escola para a faculdade consigo, mas, quando o sentimento é verdadeiro, as lembranças vividas ficam. São estas lembranças que fazem parte da bagagem que cada homem carrega dentro de si, até o fim de seus dias, até o momento que a memória não ser errante. A verdadeira amizade existe e atravessa todos os obstáculos, pois sua real essência está dentro de cada um de nós, “debaixo de sete chaves, dentro do coração”. kety"

"Antes normalidade do que ética. Quando o assunto é ética, todos parecem saber o que ela significa, mas na hora de verbalizar seu real significado, parece que as palavras fogem, e fica simplesmente subentendido sua definição. Ético, é algo que vem a ser aceito socialmente dentro das definições de certo e errado, funcionam como princípios permanentes e universais. Princípios que são aplicados em diversos setores da sociedade, incluindo as profissões. Em geral, cada profissão tem o que se chama de código ético, que deve ser cumprido pelos profissionais para assim terem uma conduta moral dentro de seu ramo. Partindo desses princípios, fica a seguinte questão em aberto: é possível incorporar a ética à política? Seria um tanto quanto moralista demais afirmar que o código ético político deva ser seguido fielmente por aqueles que trabalham ligados a instituições governamentais. É pura utopia, e utopias existem para ficarem em livros. Em uma analogia, pode-se comparar a ética na política com o socialismo utópico de Marx e Engels, muito bonito, muito eficaz, porém, inalcançável. A própria sociedade já subentende que política e ética são duas coisas que, desde os tempos mais remotos, não conseguem manter uma relação muito harmoniosa. Aquele que se deixa levar somente por princípios éticos, acaba sendo passado para trás por aqueles que não assim o fazem, torna-se um fraco e não tem poder suficiente para comandar um estado. Nas circunstâncias em que a sociedade contemporânea se encontra, é preciso líderes de punho firme, que consigam controlar a população e articular de forma perspicaz os jogos políticos. E se para isso tiverem que burlar o tal código ético político, que o façam. É claro, pressupõe-se que burlar o código ético não conduza a crimes hediondos, como homicídios, pois isto está à parte de qualquer código ético profissional. No século XVI, um filósofo italiano chamado Maquiavel, escreveu em sua obra prima, “O Príncipe”, que um governante não deve medir esforços para alcançar seus objetivos, se imortalizando com sua frase que diz: “Os fins justificam os meios”. Há quem discorde, e com toda certeza, há motivos morais suficientes pra fazê-lo. Todavia, para que a sociedade continue sobrevivendo, sempre haverá de existir aqueles mais fortes que conseguem dominar a situação, impondo ordem geral. Se for necessário não seguir princípios éticos para atuar na política, mas que somente dessa forma chegue-se a um nível de ordem, que assim seja. No Brasil, quem tem ética parece anormal. É preferível viver em uma sociedade onde políticos não são éticos, mas que exista ordem, do que em uma sociedade que seja comandada por fracos que sequer tem voz ativa no meio para comandar uma nação. kathlen 18/09/08"

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