"Uma paixão aqui, um quase-amor ali. Ainda bem que existem amigos para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Feliz. Sua imaginação te preenche, seus amigos te dão colo, vodca e dias incríveis."
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Ver todas"Ah! o coração ... Acho uma pena que falar em coração tenha se tornado uma coisa tão antiga. Mas o fato é que tornou-se. Coração dilacerado, coração em pedaços, coração na mão… Sentimos tudo isso, mas a verbalização soa piegas. E, no entanto, estamos falando dele, do nosso órgão mais vital, do nosso armazenador de emoções, do mais forte opositor do cérebro, este sim, em fase de grande prestígio. O que está em alta? Inteligência, raciocínio, lógica, perspicácia! Gostamos de pessoas que pensam rápido, que são coerentes, que evoluem, que fazem os outros rirem com suas ironias e comentários espertos. Toda essa eficiência só corre risco de desandar quando entra em cena o inimigo número 1 do cérebro: o coração. É o coração que faz com que uma super mulher independente derrame baldes de lágrimas por causa de uma discussão com o namorado. É o coração que faz com que o empresário que precisa enxugar a folha de pagamento relute em demitir um pai de família. É o coração que faz com que todos tremam seus queixinhos quando o Faustão põe no ar o quadro arquivo confidencial! Eu gostaria que o coração fosse reabilitado, que a simples menção dessa palavra não sugerisse sentimentalismo barato, mas para isso é preciso tratá-lo com o mesmo respeito com que tratamos o cérebro, e com a mesma economia. Se a expressão “beijo no coração” é considerada “over ", voltemos a ser simples. Mandemos beijos e abraços sem determinar onde; quem os receber, tratará de senti-los no local adequado. Martha Medeiros"
"E sofreu tão solitariamente, que hoje, se encontra aí, mais carniça do que carne."
"A carne é fraca, mas você tem que ser forte, é o que recomendam todos. (...) Se conseguir, bravo: terá as rédeas de seu destino na mão. Mas se não der certo, console-se. Criaturas que derretem-se, entregam-se, consomem-se e não sabem negar-se costumam trazer um sorriso enigmático nos lábios. Alguma recompensa há de ter."
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